Acordo Ortográfico // controvérsias Para que serve o Acordo Ortográfico? — simpósio escrito (revista Forma de Vida) Em abril de 2013, o n.º 2 da revista Forma de Vida incluiu um simpósio subordinado ao título "Para que serve o acordo ortográfico?" e constituído por artigos de académicos, ensaístas e escritores de Portugal e do Brasil, a saber, Abel Barros Baptista, João Costa, Paulo Franchetti, Maria Filomena Molder, Gustavo Rubim, Miguel Tamen e José Maria Vieira Mendes. Na introdução a esse conjunto de textos, pode ler-se: Vários autores · 31 de julho de 2014 · 7K
Controvérsias Não se fala... não existe «Desde 1976 – escreveu Vasco Pulido Valente no jornal português “Público” [“Merecidos vexames”, 26 de julho de 2014] – nenhum Governo se ocupou seriamente da defesa da língua. O Dicionário da Academia de Ciências não passa de uma triste imitação do Oxford Shorter, não há uma gramática decente e aces... José Mário Costa · 31 de julho de 2014 · 5K
Pelourinho Um estrato (muito) mal extraído «Este foi um dos produtos […] que também permitiu criar a Red Eye, cervejaapresentada como remédio para a ressaca, e cujo segredo é um estrato detomate criado em Portugal» Expresso, Economia, 18 de julho de 2014, p. 14. O estrato de tomate referido na transcrição é na verdade extrato. Paulo J. S. Barata · 31 de julho de 2014 · 6K
Pelourinho O "ou" ou o "e"? Três exemplos da confusão no emprego de duas conjunções coordenativas de sentido distinto, colhidos em jornais portugueses. Crónica do autor publicada no jornal "i" de 31 de julho de 2014. Para alguns jornalistas é um problema escolher entre um “e” e um “ou”, as inesquecíveis conjunções aditivas e alternativas que surgiam nas primeiras páginas das gramáticas básicas. Wilton Fonseca · 31 de julho de 2014 · 11K
O nosso idioma // O português em Angola Aulas muito "vantagiosas"! Na derivação de palavras, podem surgir variantes inesperadas, como é o caso da forma "vantagioso", usada incorretamente em lugar de vantajoso. É este o tópico gramatical de mais uma crónica que Edno Pimentel dedica aos usos do português de Angola. A ideia não é tirar vantagem sobre outrem. Sempre que escrevo as aulas do professor Ferrão, como já um dia contei neste mesmo espaço, faço de forma a não ferir quem quer que seja. Edno Pimentel · 31 de julho de 2014 · 8K
Pelourinho Um erro (facilmente) evitável É por estas e por outras – a confusão entre ter a ver (= «ter relação com»/«dizer respeito a») e ter a haver (= «ter a receber») – que vale mais preferir-se o vernáculo ter que ver. Evitava-se o erro1. E tratando-se ainda por cima de uma televisão de serviço público a veiculá-lo... 1 Ainda por cima, um erro duplo aquele anómalo ter haver. José Mário Costa · 29 de julho de 2014 · 3K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um casual nada fortuito «A partir daí, o almoço desenrolou-se [de forma] bastante casual» Jorge Lavos da Costa, SIC Notícias, 21 de julho de 2014, 1m27. Paulo J. S. Barata · 28 de julho de 2014 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Assim ele não "te gosta", não é?» O mau emprego do verbo gostar sem preposição antes de um substantivo ou de um infinitivo abordado nesta crónica do autor à volta dos usos do português em Angola. Edno Pimentel · 25 de julho de 2014 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público "Sensurada", ela?!... Crónica do autor publicada no jornal i a propósito da abundância de notícias sobre situações caricatas na comunicação social portuguesa. Neste caso, envolvendo ainda um comentário com vários erros ortográficos de uma deputada portuguesa no Facebook – o que originou uma chuva de reações críticas nas redes sociais (e, posteriormente, retratação da visada). Wilton Fonseca · 25 de julho de 2014 · 5K