Pelourinho Alguém imagina o Presidente da Alemanha, em Bona, discursando em português? «O chefe de Estado alemão, Joachim Gauck, terminou esta quarta-feira [26/06/2014] a sua visita oficial a Portugal com uma deslocação à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML). Foi o primeiro Presidente de outro país a visitar esta instituição. "Uma enorme honra", para uma "instituição antiga que quer ser sempre jovem", salientou o provedor, Pedro Santana Lopes, no seu discurso de boas-vindas, uma parte do qual feito, por cortesia, em alemão.» José Mário Costa · 26 de junho de 2014 · 3K
Lusofonias // Política da língua Que faremos com esta língua? «Desde há décadas e para além daquela retórica estafada, [em Portugal] pouco ou nada tem resultado do discurso político em torno da língua portuguesa. [Por isso] celebre-se (...) o Dia Internacional da Língua Portuguesa, mas não apenas para tranquilidade da culposa consciência daqueles que pouco ou nada fazem por uma política de língua responsável.» Artigo dado à estampa na edição do jornal "Público" de 25 de junho de 2014. Carlos Reis · 25 de junho de 2014 · 6K
O nosso idioma // Léxico «Assestar baterias» (e não «“cerrar” baterias») «[…] o PSD cerrou baterias e não tem poupado o Tribunal Constitucional desde o último acórdão». Governo Sombra, TSF, 14 de junho de 2014, 10h53 Paulo J. S. Barata · 25 de junho de 2014 · 4K
O nosso idioma Há vida para além do soundbite? «A história dos discursos presidenciais em Portugal é em boa parte a história da forma como cada Presidente eleito tentou definir o seu papel perante os governos. Talvez por isso lembramos sobretudo as palavras que representaram momentos de rotura. Será o destinatário destes discursos a história ou o presente?» Trabalho publicado no caderno P2 do jornal "Púbico", de 25/04/2009, que aqui se transcreve na íntegra in memoriam do autor. Miguel Gaspar · 23 de junho de 2014 · 6K
O nosso idioma A crise do fulanismo Como (não) são reconhecidos pelos portugueses os dirigentes políticos? Um pais tutelado e a empobrecer tende a não reconhecer os seus líderes como líderes, mas apenas como «fulanos». Crónica do jornallsta Miguel Gaspar (1960-2014) à volta de muitos e variados ismos na política portuguesa. *in jornal Público de 15 de dezembro de 2011. Miguel Gaspar · 23 de junho de 2014 · 5K
Lusofonias // Comemorações Língua portuguesa: porquê 27 de Junho? Texto publicado no jornal Público em 20/06/2014, no qual o deputado português José Ribeiro e Castro, promotor do Manifesto 2014, expõe os critérios que levaram a identificar o testamento de D.Afonso II, datado de 27 de junho de 1214, como o documento que melhor assinala o aparecimento da língua portuguesa enquanto idioma independente, dotado de regras e convenções específicas. Mantém-se a ortografia original tanto no corpo do texto como no título. José Ribeiro e Castro · 23 de junho de 2014 · 7K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um estranho "resígnio" «Foi assim no país e no mundo que acolhe mais de 128 mil portugueses. Do resígnio à revolta.» Bom dia Portugal, RTP1, 18 de junho de 2014, 9h37 Paulo J. S. Barata · 20 de junho de 2014 · 4K
O nosso idioma // Português do Brasil vs Português europeu Xingo Crónica de Wilton Fonseca, publicada no jornal i, a propósito da indisposição do Presidente da República Portuguesa durante um discurso proferido nas comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, na cidade da Guarda, em 10 de junho de 2014. Wilton Fonseca · 19 de junho de 2014 · 8K
O nosso idioma // O português em Angola «Não houve batota contra os "croácios"» A propósito do(s) gentílico(s) da Croácia, nesta crónica do autor publicada no semanário angolano Nova Gazeta, de Luanda, do dia 19 de junho de 2014, assistindo ao jogo com Brasil, que inaugurou o Campeonato Mundial de Futebol de 2014. Edno Pimentel · 19 de junho de 2014 · 6K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um «caloroso» quase glacial… «O almoço é uma refeição calorosa que pode incluir tortilha, sopas (feijão preto, abóbora, frango), arroz e carne. O jantar é normalmente uma versão mais ligeira do almoço.» «Esqueça tacos e burritos», Metro, 9 de junho de 2014, p. 12 Paulo J. S. Barata · 16 de junho de 2014 · 3K