Acordo Ortográfico // Notícias Questões novas e antigas à volta do Acordo Ortográfico Texto-súmula do autor – que integrou, por Portugal, a comissão negociadora do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, reunida no Brasil, em Maio de 1986 – sobre o historial de perto de 30 anos, desde as primeiras conversações dos representantes dos então sete países de língua oficial portuguesa até aos trabalhos em curso para um Vocabulário Comum aos atuais oito membros da CPLP, no âmbito do IIILP (Instituto Internacional da Língua Portuguesa). Fernando Cristóvão · 24 de junho de 2013 · 5K
O nosso idioma Obrigadinho A propósito da crise que se vive no ensino público em Portugal, o jornalista Wilton Fonseca comenta a evolução recente da fórmula de agradecimento «obrigado» (texto original publicado no jornal i, em 20/06/2013). No sábado [15-06-2013], um grupo de professores desceu a Avenida [da Liberdade, em Lisboa] com uma faixa em que se lia «Deixem-nos ser professores, porra!». Pareceu-me um mal menor que um deles (uma mulher) terminasse uma entrevista dada a um jornalista com um «muito obrigado». Wilton Fonseca · 20 de junho de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola Não tenho cartão de "contribuente" Nesta crónica do Professor Ferrão, Edno Pimentel aborda o uso em Angola da forma incorreta "contribuente" para indicar aqueles que pagam as contribuições e os impostos. Por enquanto não é necessário, ou pelo menos ainda não ouvi que aquele cartão fosse indispensável para esta fase do processo de acesso à polícia. Como foi dada uma pausa, o m... Edno Pimentel · 20 de junho de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «O carro dormiu aqui fora» A prosopopeia contemporânea vai além dos animais das fábulas, havendo também objetos que pensam, agem e falam à semelhança das pessoas, como o "carocha"/"fusca" Herbie ou os carros angolanos, que dormem na rua. Mas aquilo que o Professor Ferrão explica, em mais uma crónica de Edno Pimentel, é o uso do verbo dormir para referir passar a noite, seja para os carros estacionados ou para os guardas em serviço noturno. Edno Pimentel · 18 de junho de 2013 · 5K
Pelourinho // Inadequação vocabular Ouvir por haver?! Lendo o que se escreve na comunicação social portuguesa, Paulo J. S. Barata dá com outro erro recorrente, o da troca de houve por ouve. É realmente inaceitável como num jornal de referência como o Expresso (n.º 2119, de 8 de junho de 2013, "Caderno Principal", p. 6) se deixa passar uma destas! Paulo J. S. Barata · 14 de junho de 2013 · 3K
O nosso idioma «Uma das mais fascinantes escritoras da língua portuguesa» Crónica do jornalista Wilton Fonseca acerca de Clarice Lispector e da exposição que se encontra patente na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Wilton Fonseca · 13 de junho de 2013 · 4K
Pelourinho Pôde vs. pode Outro equívoco frequente assinalado por Paulo J. S. Barata. «Querer não é poder. Quem pôde quis antes de poder só depois de poder. Quem quer nunca há de poder, porque se perde em querer.»Fernando Pessoa Paulo J. S. Barata · 12 de junho de 2013 · 5K
Pelourinho // Inadequação vocabular Quando a Paleografia passa a doença? Um apontamento de Paulo J. S. Barata sobre mais um caso caricato de troca de palavras. O Expresso (n.º 2119, de 8 de junho de 2013, Atual, p. 7) traz um extenso texto sobre a descoberta de uma versão inédita do primeiro poema publicado de Luís de Camões que ficou conhecido como "Aquele último exemplo". Paulo J. S. Barata · 11 de junho de 2013 · 3K
O nosso idioma «Nós somos o nosso vocabulário» Wilton Fonseca comenta o resultado de uma pesquisa elaborada a partir da base de dados do conhecido motor de busca Google acerca dos vocábulos usados com mais frequência nos últimos quinhentos anos em publicações de língua inglesa. Wilton Fonseca · 6 de junho de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola Só fui para lá "trazer" as crianças A utilização dos verbos trazer e levar pode levantar algumas dúvidas, visto que há contextos em que podem ser correferenciais, mas na generalidade dos casos estes verbos denotam eixos de movimentação opostos. A troca do verbo trazer pelo verbo levar muda o sentido do movimento, mas há falantes para quem o sentido do verbo, e consequentemente do movimento, é o inverso. É disso que nos dá conta esta crónica do Professor Ferrão, assinada por Edno Pimentel no jornal angolano Nova Gazeta. Edno Pimentel · 6 de junho de 2013 · 3K