Acordo Ortográfico // Controvérsias Uma reforma ortográfica com que custos? Vasco Graça Moura considera que a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 traz «custos terríveis» aos portugueses, agravando o cenário de crise nos sectores do ensino e da edição de livros escolares. José Mário Costa não concorda: tais custos são irrelevantes e, até 2015, há tempo para o mercado livreiro se adaptar às novas regras, com as reedições facilitadas com o recurso, graciosamente, ao conversor ortográfico Lince. Dois pontos de vista opostos que são desenvolvidos nos seguintes textos: Ciberdúvidas da Língua Portuguesa · 1 de julho de 2011 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Argumentos inexatos sobre a aplicação do Acordo Ortográfico Rebatendo a argumentação de Vasco Graça Moura, desenvolvida no artigo "O reino da insensatez", José Mário Costa afirma que são irrelevantes os custos da aplicação do Acordo Ortográfico em Portugal. In "Diário de Noticias" de 1 de Julho de 2011. José Mário Costa · 1 de julho de 2011 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias O reino da insensatez Vasco Graça Moura, desde sempre opositor ao Acordo Ortográfico de 1990, argumenta que não é altura de adoptar as novas regras ortográficas, no quadro da grave crise financeira que se vive em Portugal. Vasco Graça Moura · 30 de junho de 2011 · 4K
Pelourinho // Numerais Ai, os biliões!... «A exposição do BCP-Millennium à divida grega é de 700 milhões [de euros], menos de 1 por cento dos seus activos, que são 100 biliões. (…) Comparados com os 140 biliões de divida grega que tem o BCE e, até, os 60 biliões detidos pelos bancos alemães…» Carlos Santos Ferreira, presidente do BCP-Millennium, TVI, 19/06/2011 José Mário Costa · 20 de junho de 2011 · 4K
Pelourinho // Abreviaturas PEC, "PEC’s", "Peques" & outros usos Vivemos num quotidiano pejado de siglas e de acrónimos. Porventura pela profusão de organizações, planos, programas, projectos, porventura pela rapidez com que tudo ocorre, porventura também para poupar espaço e/ou evitar as repetições. Não há praticamente jornal, revista, ou até livro, que esteja imune a este fenómeno. E nesse uso vale quase tudo, boas e más práticas: usar apóstrofo para os(as) pluralizar, colocar entre parêntesis a primeira vez que ocorrem ou nem isso, lexicalizá-los(as) de... Paulo J. S. Barata · 14 de junho de 2011 · 6K
Antologia // Portugal Cantar em que a língua fala Cantei nos Cantares de Amigo, cantando, a Pátria nasceu; Portugal floriu comigo quando a poesia cresceu. Ai flores, ai flores dos Cancioneiros,oh graça e sorriso dos poemas primeiros! Ondas do mar me embalaram, tanto andei a navegar, que nos meus ritmos ficaram íris e longes do mar. <... Afonso Lopes Vieira · 8 de junho de 2011 · 3K
Pelourinho // Ortografia «"Veem" mesmo a calhar» Na secção Cartas do semanário Expresso, de 28 de Maio de 2011, uma leitora, escrevendo sobre a crise que se vive Portugal, invoca o recente filme de Roland Joffé,... Paulo J. S. Barata · 3 de junho de 2011 · 4K
O nosso idioma // Neologismos Bitaite e bitaitar E, pronto! Aí está ele, o verbo bitaitar, assim mesmo e sem aspas, utilizado por Ferreira Fernandes, na sua habitual coluna da última página do Diário de Notícias, numa crónica intitulada «Não, não pode, um ponto é tudo!» (12 de Maio de 2011): «Há uma norma fundamental, não escrita mas que é aceite pelos líderes partidários, que é a de não bitaitar sobre cenários a vir.» Paulo J. S. Barata · 26 de maio de 2011 · 10K
O nosso idioma Meretrizar Vasco Graça Moura (VGM) é um polemista de escrita vigorosa e impressiva. Leio-o sempre com gosto, admirando a imagética das crónicas e a intencionalidade da escrita, quantas vezes feita deliberadamente para chocar. O que se torna ainda mais patente quando cruzamos a truculência das suas crónicas, sociais e políticas, com a sensibilidade da sua obra de poeta, tradutor, romancista, ensaísta. Paulo J. S. Barata · 19 de maio de 2011 · 2K
Lusofonias A lusofonia no meio de algumas contradições Artigo publicado na revista Letras com Vida, do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (Clepul), da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, n.º 2, do segundo semestre de 2011. Redigido conforme, já, as novas regras do Acordo Ortográfico. É um facto que nesta primeira década do século XXI a Lusofonia se está a afirmar como uma realidade, ainda que em construção permanente, com avanços e recuos, como é próprio de um crescimento em idade jovem. Fernando Cristóvão · 19 de maio de 2011 · 7K