O nosso idioma Mas que as há, há Os vários matizes dos neologismos são o tema deste texto publicado no Sol. Pode-se falar por palavras que não existem? Pode. Lembram-se do ilustre prefeito de Sucupira, Odorico Paraguaçu (da novela O Bem-Amado)? As respostas às acusações da oposição estavam sempre prontas, mais ou menos nestes termos: «Isso são declarações inverídicas, sem-vergonhistas e demagogistas!» Era uma caricatura, claro, mas não está toda a caricatura fundada na realidade? Ana Martins · 7 de janeiro de 2009 · 5K
Controvérsias Já sambámos O que ganham Portugal e os demais Estados da CPLP em não terem acompanhado o Brasil na entrada em vigor do Acordo Ortográfico? Artigo publicado no semanário Sol de 3 de Janeiro de 2009. O novo Acordo Ortográfico já está em vigor no Brasil. Desde o primeiro dia do ano. Nem Portugal nem qualquer outro dos Estados da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (PALOP e Timor) lhe seguiu o exemplo. É pena! Mário Ramires · 6 de janeiro de 2009 · 5K
O nosso idioma Os malfadados fenómenos fonéticos Para que serve estudar os fenómenos de evolução da língua? Ana Martins responde em mais um artigo do semanário Sol. Consta do programa do 9.º ano: «Descobrir (sic) algumas formas históricas ou recentes de mudança da língua; observar (sic) palavras em que ocorram alguns processos de evolução fonética.» O que isto quer dizer, provavelmente, é que os alunos devem dominar noções básicas de etimologia. Ana Martins · 29 de dezembro de 2008 · 6K
Pelourinho Jornalismo e pedagogia Défice de português nas edições do jornal Público — é mais um alerta do respectivo provedor do leitor, Joaquim Vieira. Joaquim Vieira · 29 de dezembro de 2008 · 5K
O nosso idioma À volta do Natal A origem da palavra Natal. E porque se designa missa do galo à celebração católica da passagem de 24 para 25 de Dezembro? Finalmente: são os pais natal ou os pais natais? Artigo de Maria Regina Rocha no Diário do Alentejo de 26 de Dezembro de 2008. Maria Regina Rocha · 26 de dezembro de 2008 · 10K
O nosso idioma Dizer bem Qual o real objectivo de recorrentemente apontar erros saídos na imprensa portuguesa? Ridicularizar os faltosos? Ostentar superioridade moral? Moralizar e prevenir? Nenhuma destas razões ou, talvez, todas. É este o tema de reflexão do Ver como se diz, no semanário Sol de 20 de Dezembro de 2008. Ana Martins · 21 de dezembro de 2008 · 4K
Pelourinho Onde pára o revisor? Fazemos aqui eco das anotações do provedor do leitor do Público relativamente a alguns atordoamentos ortográficos ocorridos naquele diário. Joaquim Vieira · 14 de dezembro de 2008 · 5K
Pelourinho É difícil escrever pior… mas possível Quando a anormalidade da escrita é tal, que bloqueia totalmente o entendimento — um exemplo comentado no artigo de Ana Martins no semanário português Sol. Há meses escrevi aqui um artigo sobre a má qualidade de um texto de promoção turística, apresentado na página web do Allgarve (sic). Dei-lhe o título «É difícil escrever pior». Usei o adjectivo aterrador, porque considerei estarmos num grau máximo de desconstrução linguística. Enganei-me. Ana Martins · 14 de dezembro de 2008 · 2K
O nosso idioma Salganhada vs. salgalhada Na esteira dos parlapiês e das coisas escanifobéticas (ou escaganifobéticas!), há, entre tantas outras, mais uma palavra de uso bastante frequente, mas que, para grande surpresa de todos nós, não se encontra consagrada nos nossos dicionários: salganhada! Sandra Duarte Tavares · 12 de dezembro de 2008 · 25K
O nosso idioma Um parlapiê escanifobético Há palavras tão engraças e tão expressivas em português, que é uma pena não existirem!... É o caso de "parlapiê", um substantivo usado em registo informal para designar uma conversa ou maneira de falar que demonstra capacidade ou vontade de persuadir os outros por meio do discurso, ainda que esse objectivo não seja conseguido. Pode, portanto, ter uma conotação negativa, na medida em que seria usado num frase deste tipo: «Ele pôs-se com um grande parlapiê, mas não me convenceu a comprar ... Sara de Almeida Leite · 12 de dezembro de 2008 · 11K