Acordo Ortográfico // Controvérsias O Expresso e o Acordo Ortográfico O editorial do Expresso de 1 de Dezembro estranha aquilo a que chama a minha defesa do proteccionismo como modelo, no tocante ao Acordo Ortográfico. E, face ao lead que o encima, terei de ver a minha posição displicentemente catalogada nos "nacionalismos balofos". Vasco Graça Moura · 13 de dezembro de 2007 · 3K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Orthographia da Lingoa Diz Vasco Teixeira, da Porto Editora, citado no "Público", que os brasileiros têm um problema. Que problema? Terem um mercado interno de mais de 188 milhões, crescentemente alfabetizado? Terem maior protagonismo mundial e por isso ser mais interessante para os países africanos adoptar essa norma ortográfica? Helena Soares · 11 de dezembro de 2007 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Correcto, correto, korreto Há talvez 15 anos que se discute o novo acordo ortográfico da língua portuguesa e eu continuo a ouvir dizer que deveríamos respeitar a ortografia "natural" de cada país. O que isto tem de extraordinário é as pessoas acreditarem que a ortografia é "natural". Pois bem, não só a ortografia não é "natural" como a intenção é precisamente a de não acompanhar a naturalidade com que se fala. Se assim fosse, os portuenses escreveriam "Puârto" e os lisboetas "Ljboa". Os cariocas não escreveriam "boa no... Rui Tavares · 11 de dezembro de 2007 · 4K
Pelourinho Pôr no papel « — Stora, como se escreve "cóque"? — "Coq" é francês… — Francês? Não! Eu quero escrever: Eu sou mais esperto "cóque" (que o que) se julga…» O episódio teria piada se fosse anedota, mas como não é, e como se passou numa escola portuguesa — como tantos outros episódios similares —, não tem piada nenhuma. Ana Martins · 10 de dezembro de 2007 · 4K
Diversidades Vestidos à espanhola A imagem do galego na literatura portuguesa Existe, no romance português de época recente, certa linha revisitadora da identidade, que vem reclamar-se da Galiza como nunca antes. Há as histórias de avoengos (Fernando Assis Pacheco, Wanda Ramos), há metáforas do iberismo (A Jangada de Pedra, de Saramago), há uma caminhada histórica conjunta (O Trono do Altíssimo, de João Aguiar), há um ar de portugalidade periférica (As Duas Águas do Mar, de Francisco José Viegas). Há, até, o invest... Carlos Quiroga · 6 de dezembro de 2007 · 4K
Diversidades A moderna cultura A modernidade da cultura galega expressa-se sob várias formas, todas elas pujantes. Das artes performativas à música e por aí fora. Fernando Venâncio (1944-2025) · 6 de dezembro de 2007 · 4K
Diversidades «A língua é um bem enriquecedor» Elías Torres Feijó, vice-reitor da Universidade de Santiago de Compostela, acredita que a aproximação da Galiza ao mundo lusófono trará vantagens económicas Fernando Venâncio (1944-2025) · 6 de dezembro de 2007 · 4K
Diversidades Uma avidez por Portugal Samuel Rego, director do Centro Cultural Português de Vigo «Em cultura portuguesa, nunca se começa do zero na Galiza. Há estruturas institucionais, há núcleos permanentes de interesse, que têm já uma agenda portuguesa. E há uma apetência, uma quase avidez cultural pelo nosso país.» Assim diz Samuel Rego, director do Centro Cultural Português de Vigo, o único em território espanhol, sedeado no edifício civil mais antigo da cidade, oferecido ao Instituto Camões pelo governo galego. Fernando Venâncio (1944-2025) · 6 de dezembro de 2007 · 5K
Diversidades Os espelhos de Madrid Ramiro Fonte, director do Instituto Cervantes em Lisboa «Quem me escolheu para este lugar achou que nós, os escritores galegos, temos uma particular sensibilidade para entender a cultura portuguesa», afirma Ramiro Fonte, poeta e ficcionista, actualmente a dirigir o Instituto Cervantes de Lisboa. Diz-se «embaixador das culturas de Espanha» e acha útil promover a relação cultural entre a Galiza e o nosso país, uma relação que, julga, pode ser desenvolvida. Fernando Venâncio (1944-2025) · 6 de dezembro de 2007 · 5K
Diversidades Descubra as diferenças As semelhanças entre galego e português são patentes, sobretudo quando comparados com o espanhol. Só que a ortografia «normativa» galega, inspirada na castelhana, dá ao idioma da Galiza um aspecto de língua intermédia. A norma proposta pela Agal (Associaçom Galega da Língua) baseia-se na grafia portuguesa e conserva as características lexicais e gramaticais galegas. O texto em galego normativo foi extraído duma crónica no semanário «A Nosa Terra», de 29 de Junho de 2006. Espanhol Fernando Venâncio (1944-2025) · 6 de dezembro de 2007 · 7K