Controvérsias // TLEBS Avançar, mas com dignidade João Costa, Presidente da Associação Portuguesa de Linguística, escreveu que se «tornou moda» comentar a Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário, a célebre TLEBS. Não se tornou moda, tornou-se, sim, preocupação séria, por implicar uma questão tão importante como o ensino da língua portuguesa. Por isso, gostaria, neste debate que felizmente nasceu, de poder corroborar posições que considero correctas e de ... Maria Luísa Machado · 9 de dezembro de 2006 · 4K
Controvérsias // TLEBS A TLEBS e a sua avaliação Não é preciso explicar em que consiste a Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário (TLEBS) aprovada pelo anterior Governo em 2004 e pelo actual em 2005 e que presentemente se encontra em fase de experimentação. Acerca da TLEBS (entendida como combinação da lista de termos e da base de dados com as suas definições), pretendo pronunciar-me sobretudo no plano da qualidade científica, até agora praticamente ausente da discussão. João Andrade Peres · 8 de dezembro de 2006 · 5K
Controvérsias // TLEBS A TLEBS e as línguas estrangeiras Vamos ver se consigo dar mais umas achegas para dar razão a quem reclama da aplicação do TLEBS. É que não li ainda ninguém falar de uma coisa: e como se resolve o problema da aprendizagem das línguas estrangeiras? E que os Franceses e os Ingleses têm o bom senso de não usar essa terminologia? Os Ingleses usam countable e uncountable, mas não têm uma língua redundante como a nossa, em que as marcas do género, número, tempo, etc. aparecem a todo o momento. Fui Professora de inglês durante 40 an... Maria do Carmo Cruz · 7 de dezembro de 2006 · 2K
Pelourinho Um governo coerentemente pró-Inglês O Ministério da Educação de Portugal anunciou que o Português (com a Filosofia) deixa de ter exame final obrigatório no 12.º ano José Mário Costa · 7 de dezembro de 2006 · 3K
Controvérsias // TLEBS Uma proposta salomónica A TLEBS vai matar as nossas criancinhas. Não sabia? Vai penetrar naqueles encéfalos tenrinhos e secar-lhes os neurónios. Proteja os seus filhos. Caso contrário, ao fim de uma geração ninguém mais falará português em Portugal. Você foi avisado por Miguel Sousa Tavares, Eduardo Prado Coelho, Vasco Graça Moura, Helena Matos, ... Rui Tavares · 6 de dezembro de 2006 · 4K
Controvérsias // TLEBS «Deixem-nos trabalhar»? «Deixem-nos trabalhar»: o desabafo tem um autor bem conhecido, embora ele represente agora um papel diverso daquele que desempenhava quando invectivou as «forças de bloqueio». E suspeita-se que José Sócrates já esteve tentado a repetir a frase célebre, não fosse o copyright comprometedor. Não era previsível, porém, que outros poderes com competências mais exóticas acabassem por recuperá-la. É o caso – imagine-se! – dos linguistas que nos querem impingir à viva força uma tremenda sigla:... Vicente Jorge Silva · 6 de dezembro de 2006 · 5K
Controvérsias // TLEBS As vestais A Nomenclatura Gramatical Portuguesa, de 1967, foi revogada pelo art. 10.º da Portaria n.º 1488/2004, de 24 de Dezembro, que aprova a TLEBS (Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário). Esta é expressamente confinada aos ensinos básico e secundário. Para a generalidade dos demais falantes lusitanos, deixou assim de haver nomenclatura gramatical de referência (cfr. art. 3 da Portaria n.º 22 664, de 28.4.67). Instalou-se o vazio! Vasco Graça Moura · 6 de dezembro de 2006 · 3K
Pelourinho Acreditar em… No “Telejornal” (RTP-1) de segunda-feira passada, na peça sobre a reeleição de Hugo Chávez, o recém-eleito presidente da Venezuela, «defende reformas ao nível da propriedade da terra e o controle da ind... Maria Regina Rocha · 5 de dezembro de 2006 · 4K
Controvérsias // TLEBS Piruetas argumentativas II É lamentável que a doutoranda que assina a carta, “Piruetas argumentativas” publicada em 1 de Dezembro, apenas por ter podido ler uma opinião (fundamentada e, quer ela queira quer não, argumentada) diferente da dela, tenha resvalado, por deficiência de argumentos, para insultos que incluem expressões como “tretas”, “reacções paranóicas” e “manias da perseguição”. Neste caso nem se trata de piruetas argumentativas, porque não existe aqui vislumbre, sequer, do que significa argumentar. Helena Carvalhão Buescu · 4 de dezembro de 2006 · 2K
Pelourinho ... e o tão maltratado verbo haver «No meio do salão começaram a haver desacatos entre jovens (...)». É uma das regras básicas no português: no sentido de existir, o verbo haver é utilizado sempre na 3.ª pessoa do singular, independentemente de se lhe seguir uma palavra no plural: «há desacatos»; «houve desacatos». Se estiver conjugado com um auxiliar, a regra mantém-se: «começou a haver desacatos»; «vai haver desacatos», etc. Portanto: «No meio do salão começou a haver desacatos entre jovens (...).» Maria Regina Rocha · 4 de dezembro de 2006 · 4K