Lusofonias É a hora da lusofonia Recorrentemente tenho afirmado, oralmente e por escrito (e, não obstante todas as mortes anunciadas da “Galáxia de Gutenberg”, ainda continuam a fazer-se “Salões e Feiras do Livro” e muitos ainda vão recordando a velha sentença latina: Verba volant, scripta manent!...), que, até por ter nascido no momento (que esperemos venha a tornar-se um momento histórico!) da criação da CPLP, Comunidade dos Países e Povos de Língua Portuguesa, gostaria que tivessem cada vez mais razão os que dizem que a Univ... Fernando dos Santos Neves · 8 de junho de 2005 · 3K
Ensino A gramática: como ensiná-la A gramática escolar deve ser descritiva, explicativa e normativa. Assim deve ser apresentada em manual e assim deve ser ensinada. Para cada uma destas vertentes, não deverá ser esquecido o que de melhor foi produzido pelos estudos linguísticos tradicionais e pela linguística moderna. A tradição gramatical portuguesa inicia-se com uma obra de acentuado pendor descritivista. Tendo em vista a normativização, Fernão de Oliveira (1536) sentiu a necessidade de recorrer a uma descrição bastante ... António J. Lavouras Lopes · 6 de junho de 2005 · 22K
Pelourinho Do "… years ago" ao "há anos "atrás"" A redundância do "há anos "atrás"", está visto, pegou de estaca. Começou por ser tique de linguagem. Depressa virou modismo generalizado entre políticos e comentadores televisivos. E, agora, até já foi adoptada por escritores… da moda. Dir-se-á que há tropeções na gramática bem mais lesivos para a língua portuguesa. Mas, convenhamos, o seu uso (e o seu abuso) não é propriamente o melhor certifi... José Mário Costa · 6 de junho de 2005 · 5K
Ensino À volta dos manuais escolares de Português (I) Está a decorrer em Portugal o período de adopção de manuais escolares para os Ensinos Básico e Secundário, previsto na circular n.º 6/2005, de 14 de Abril, circular anual da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular sobre a adopção de manuais escolares.No que diz respeito aos manuais de Língua Portuguesa e de Português, para o ano lectivo de 2005/2006 serão adoptados os manuais do 3.º ano, do 6.º ano e do 12.º ano. Os do 3.º ano deviam ser adoptados até ao dia 27 de Maio... Maria Regina Rocha · 30 de maio de 2005 · 4K
Pelourinho Totós do K 1Estado de Sítio é a empresa que produz esta revista, distribuída depois com o "Público", ao domigo. 2 Sem nomes, é assim a apresentação de quem faz a revista: "A KULTO [ora escrevem em maiúsculas, ora só na incial…] tem um corpo redactorial e de ilustradores próprio, composto por profissionais criativos com experiência comprovada na escrita e desenho infanto-juvenil e interesses partilhados com os seus leitores". José Mário Costa · 29 de maio de 2005 · 4K
Pelourinho Errar é humanitário?... «ONU quer travar tragédia humanitária no Sudão» – uma incorreção recorrente nos media portugueses José Mário Costa · 27 de maio de 2005 · 5K
Lusofonias Sobre a pronúncia e a grafia [Depois de ter tratado] da conjugação de verbos como resignar, impregnar, impugnar, etc., cujas flexões podem apresentar alguma dificuldade de pronúncia e/ou de grafia. Vimos, por exemplo, que a tonicidade da forma impregna recai no e, que é aberto (não se lê "impreguína"; lê-se imprégna). Vamos trocar mais dois dedos de prosa sobre o tema pronúncia/grafia. O leitor talvez já tenha visto a palavra ritmo escrita com acento agudo no "i" (rítmo). De início, é preciso deixar claro que ritmo se escre... Pasquale Cipro Neto · 24 de maio de 2005 · 6K
Lusofonias O triângulo Portugal-Brasil-PALOP O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português, João Gomes Cravinho deu uma extensa entrevista ao jornal "Público” (de 17 de Maio p.p.), onde passa em revista as grandes opções da política externa de Portugal.No que se refere à política cultural externa e mais especificamente ao posicionamento da Língua Portuguesa no mundo, duas ideias centrais decorrem do seu discurso e, quanto a nós, de primordial importância: o interesse da Língua Portuguesa em África... José Manuel Matias · 20 de maio de 2005 · 3K
Pelourinho A insistência no "islamista"... No jornal "Público" Se é islamista em vez de islamita, guarda-se com curiosidade o dia em que a coerência os leve a escrever "israelista"… José Mário Costa · 16 de maio de 2005 · 5K
Pelourinho Serão adesivos? «Louçã, Fazenda e Portas já só conseguem disfarçar com a aderência à candidatura de José Sá Fernandes à Câmara de Lisboa» (Raul Vaz, director adjunto do "DN"). É certo que há quem queira fazer crer que adesão e aderência são uma e a mesma coisa. Mas não terá o director adjunto de um jornal a obrigação de conhecer a diferença que a dra. Regina Rocha tão bem explica no Ciberdúvidas? José Mário Costa · 12 de maio de 2005 · 4K