O nosso idioma // O português em Angola Shelltox para combater a malária Um caso de eponímia generalizado nos usos do português em Angola, descrito nesta crónica do autor, publicada no semanário "Nova Gazeta", do dia 30/04/2015. Várias medidas já foram tomadas para se tentar erradicar o paludismo [ou] malária. Passaram-se décadas, mas tudo continua e a doença conseguiu conquistar o primeiro lugar entre as principais causas de morte em Angola, estando à frente apenas da sinistralidade rodoviária. Edno Pimentel · 4 de maio de 2015 · 13K
O nosso idioma // Histórias de palavras Da história da palavra burro à expressão «tijolo burro» Sobre as origens e a história do uso substantivo comum burro, o tradutor e latinista Gonçalo Neves elaborou o estudo aqui apresentado, que começou por ser a resposta à seguinte pergunta do consulente Rogério Monteiro (professor universitário, Senhora da Hora, Porto): «Nunca consegui que me exp... Gonçalo Neves · 22 de abril de 2015 · 38K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Adversários do Acordo Ortográfico reclamam referendo Artigo do jornal "Público" [20/04], a propósito de um fórum realizado na Universidade de Lisboa, no dia 14 p.p., que aprovou uma moção a defender que o Acordo Ortográfico de 1990 deve ser referendado em Portugal – onde se enunciam os argumentos dos seus principais preponentes, assim como de quem deles discorda. Luís Miguel Queirós · 20 de abril de 2015 · 6K
O nosso idioma // Testes e vídeos Da pronunciação ao uso das preposições e das novas regras do hífen O programa do provedor do telespectador da RTP, A Voz do Cidadão, de 18/04/2015, voltou a abordar erros cometidos nas legendas e nos noticiários da televisão pública portuguesa. Contando com a participação do editor executivo do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, Carlos Rocha – (...) 20 de abril de 2015 · 4K
Acordo Ortográfico // Notícias Angola quer melhorias no Acordo Ortográfico e garante também o seu vocabulário nacional Nesta notícia, com origem em Luanda, revelam-se as condições de Angola para a adoção do Acordo Ortográfico, assim como sobre a elaboração do seu vocabulário nacional, de que era o único país integrado no IILP sem haver participado, ainda, nos trabalhos com vista ao Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa. A despeito disso, e como também é referido nesta notícia, Angola tem contribuído financeiramente para ambos os empreendimentos. 15 de abril de 2015 · 5K
Controvérsias // Humano vs. humanitarismo «Crise humanitária», expressão válida? Sim, responde o nosso consultor D’Silvas Filho, concordando com a recomendação1 da Fundación del Español Urgente (Fundéu), como fazíamos referência na Abertura de 13/04 p.p. Muito diferente – acrescenta – de «tragédia “humanitária”, que vai mais longe no sentido pretendido: há nesta expressão desumanidade (podendo ser intencional: atrocidade, crueldade, selvajaria, ou incidental com os mesmos efeitos).» D´Silvas Filho · 12 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // Gírias Obrigado eu Entre modismos de diversa proveniência e os chamados socioletos, de antes e depois do advento da internet, das redes sociais e dos "smartphones", uma «enxurrada de novas palavras» nos usos do português coloquial no Brasil – nesta crónica do autor publicada na versão digital da revista Carta Capital de 9 de abril de 2015. Alberto Villas · 11 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // O português em Angola «Vais lember os dedos...» «‘Lember’, seja o que for – como se escreve nesta crónica do autor, publicada originariamente no semanário angolano Nova Gazeta, no dia 9 de abril de 2015 –, não é um comportamento invejável.» Nem, tão-pouco, recomendável... linguisticamente falando. Edno Pimentel · 9 de abril de 2015 · 6K
O nosso idioma // Tabuísmos O palavrão na selva digital Crónica da autoria da jornalista Clara Ferreira Alves, publicada no semanário português Expresso em 3/4/2015, sobre o uso do calão e dos seus eufemismos dentro e fora da «selva digital», sob o título "Com reticências". Clara Ferreira Alves · 6 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // Evolução semântica O termo autista como insulto Porquê, e desde quando, uma patologia ou uma mera afetação de índole neurocomportamental como é o caso do autismo, passa a ter uma conotação – depreciativa e, não, raro ofensiva, mesmo – muito para além do sentido estrito da palavra em si? E quem mais recorre a este tipo de léxico? O Dia Mundial de Consciencialização do Autismo justificou este trabalho de duas jornalistas da agência Lusa, que a seguir se transcreve, com a devida vénia. Susana Venceslau, Gabriela Chagas · 5 de abril de 2015 · 7K