Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público E que tal fazermos as exéquias aos «dignatários»? «As exéquias fúnebres […] levaram a que alguns, sem noção do ridículo, tivessem invocado o facto de Portugal ser um estado laico, questionando desta forma a participação de dignatários do Estado nas celebrações religiosas […]». «E pluribus unum», Rui Tabarra e Castro, Opinião, OJE, 10 de janeiro de 2014, p. 8. Paulo J. S. Barata · 24 de fevereiro de 2014 · 3K
Pelourinho A vírgula isolando o vocativo: uma regra em vias de extinção? Depois do mau uso do conjuntivo/subjuntivo – melhor: não uso, pura e simplesmente –, a obrigatoriedade da vírgula nas frases com vocativo deixou praticamente de se cumprir no espaço público português. José Mário Costa · 24 de fevereiro de 2014 · 38K
Pelourinho // Estrangeirismos De dicionário em punho para decifrar os anúncios e a publicidade... em inglês «Não é fácil encontrar emprego ou trabalho hoje em dia [em Portugal]» - diz Wilton Fonseca, a propósito da presença maciça de anglicismos nos anúncios de ofertas de trabalho (crónica original publicada no jornal português i). Wilton Fonseca · 21 de fevereiro de 2014 · 7K
Pelourinho // Estrangeirismos Anglicismos escusados e... sem tradução «São dois mil tumores. Quer dizer que cada pessoa, que cada tumor, “on average”, vai ser analisado por vinte pessoas diferentes. Quanto mais pessoas olharem mais “reliable” vão ser as leituras que elas fazem [...]». Carlos Caldas, Bom dia, Portugal (RTP 1, 10 de fevereiro de 2014, 8h49) Paulo J. S. Barata · 21 de fevereiro de 2014 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola «"Não vai" ainda, mano!» O problema não foi (deixar) fotocopiar os três livros-relíquias no tão caraterístico "mercado ambulante" de Luanda – mas o que a norma recomenda e o uso do português em Angola há muito subverteu quanto ao conjuntivo. Crónica do autor no semanário “Nova Gazeta" de 20/02/2014. Hoje pareceu-me que as pessoas começaram a tomar consciência de que não podem transformar em mercado as ruas do São Paulo, sobretudo a avenida Ngola Kiluanje e a cónego Manuel das Neves, em Luanda. Edno Pimentel · 20 de fevereiro de 2014 · 6K
O nosso idioma // Léxico Termos náuticos e quinta-essência da língua A propósito das referências ao mar no léxico português, Ana Sousa Martins dá exemplos, mas adverte que o discurso sobre a riqueza expressiva da língua portuguesa pode ser ingénuo e contraproducente. Crónica transmitida na rubrica "Palavrar" dos programas Língua de Todos (RDP África) e Páginas de Português (Antena 2). Ana Martins · 19 de fevereiro de 2014 · 9K
Pelourinho Palavras traiçoeiras A lei «que precisa “vigir”», a luz que pode ou não “deslumbrar” ao fundo do túnel, «reações feéricas» assinalada na agitação de rua que percorre o Brasil, a chuva “intermitente” por causa da falta dela em dias de canícula. E, ainda o “mandado” presidencial de Dilma Roussef. Palavras enganosas de quem, falando na TV e na rádio, evitá-las ia facilmente, se... o dicionário fosse mesmo de consulta obrigatória. Se...[<a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasqu... Pasquale Cipro Neto · 16 de fevereiro de 2014 · 12K
Antologia // Portugal A minha língua A minha língua é bonita como um vestido de domingoé bela como o tempotem passado, presente e futurotem sons que enchem a minha casa de afetosafetos dos sentidos, dos cincoafetos que me afetam e me tocamme vestem e despem a almae arrancamos pregos que me amarrame alteram a minha vida, numa transformação físicae tem cores que se misturam na água da minha bocanuma solução química, ora doce ora amarga.a minha língua fica às vezes presa com... Guadalupe Magalhães Portelinha · 14 de fevereiro de 2014 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola «Ele "aguentou" a 'gasosa' do polícia» "Gasosa", "pincho", "macaibo", "mbaia", "aguentos". Palavras e significados próprios dos usos do português de Angola, em mais uma crónica do autor, publicada no semanário "Nova Gazeta", de 13/02/2014. Edno Pimentel · 13 de fevereiro de 2014 · 5K
O nosso idioma // A arte do uso da linguagem Diga? Não é fácil reproduzir e recriar a fala autêntica na literatura, no teatro, na televisão ou no cinema. O escritor e professor universitário Fernando Venâncio dá exemplos do que se não deve fazer quando se escrevem diálogos ficcionais, num texto publicado na coluna "Língua movediça" da revista Ler (janeiro de 2014). Fernando Venâncio (1944-2025) · 12 de fevereiro de 2014 · 8K