História Global de Portugal
Organizada por Carlos Fiolhais, José Eduardo Franco e José Pedro Paiva, esta obra, como se lê no texto de apresentação, representa o resultado da «colaboração de 87 autores que trabalham não só em Portugal como por todo o globo, portugueses e não portugueses, especialistas nas mais diversas subáreas da História, como história política, história institucional, história geográfica, história cultural, história da ciência, história económica, história social, história da arte e história religiosa.»
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Textos publicados pelo autor
História Global de Portugal
Organizada por Carlos Fiolhais, José Eduardo Franco e José Pedro Paiva, esta obra, como se lê no texto de apresentação, representa o resultado da «colaboração de 87 autores que trabalham não só em Portugal como por todo o globo, portugueses e não portugueses, especialistas nas mais diversas subáreas da História, como história política, história institucional, história geográfica, história cultural, história da ciência, história económica, história social, história da arte e história religiosa.»
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A origem de óleo, oliva, azeite e azeitona
Pergunta: No Brasil, é generalizado o uso de azeite para designar óleos, como na expressão «azeite de dendê».
Como consequência, a expressão «azeite de oliva», para se designar o óleo do fruto da oliveira, é típica no país (apesar de que, em Portugal, é considerada pleonástica).
Por isso, pergunto-lhes, há alguma relação entre os termos oliva e óleo, que seriam, nesse caso, os equivalentes de origem latina dos termos de etimologia árabes azeitona...
Meia-noite vs. «zero horas»
Pergunta: Sobre as novas medidas que começam às 00h de 15 de janeiro, ou seja, no inicio de sexta-feira, podemos dizer 00h e meia-noite?
Por exemplo, as novas medidas começam à meia-noite de sexta-feira? É a mesma coisa (tal como 12h é o mesmo que meio dia)?
Obrigado e feliz 2021,Resposta: A meia-noite de 14 coincide com as 00h00 do dia 15.
Em todo o caso, dizer «meia-noite», por um lado, e usar 24h00 ou 00h00, por outro, é empregar expressões que decorrem de perspetivas diferentes, mas que na prática querem dizer a mesma...
A nasalidade de mui e muito
Pergunta: A respeito da origem da nasalidade em mui/muito, José Joaquim Nunes, no seu Compêndio de Gramática Histórica (1975[1911]), afirma o seguinte:
«embora MUI e MUITO sejam formas clássicas, nas cantigas 38 e 453 do Cancioneiro da Ajuda [séc.XIII], aparecem já nasaladas, como mostram as grafias MUYN e MUINTO donde se conclui não se moderna na língua a nasalização(...).»
Já o gramático Said Ali, na sua Gramática Histórica da Língua Portuguesa...
A grafia de torriense
Pergunta: Em 1945 o gentílico «torreense» desapareceu. Uma palavra que está registada na história de Torres Vedras. Mas nos escritos nacionais atuais não existe e é considerado um erro. Porquê não voltar a colocá-la no dicionário?
Este “erro” nos dias de hoje ainda existe. Dá nome ao clube de futebol da cidade, dá nome a várias empresas desta terra e relembra as bandas, a filarmónica, os refrigerantes e tantas outras empresas que atualmente já não existem. Reforço, porquê não voltar a colocar esta palavra com história no...
