Neologismos / imutabilidade do signo
Gostaria de saber se os neologismos contradizem a teoria saussureana da imutabilidade do signo.
Nação Crioula
Estou a trabalhar "Nação Crioula" no âmbito do meu mestrado, na Universidade da Madeira. Gostaria de saber até que ponto se encontra miscigenação de géneros literários neste romance.
Archimedes ou Arquimedes?
Recentemente tive a recusa de uma repartição militar quando apresentei uma certidão de casamento com o nome Arquimedes.
A alegação foi de que o nome que consta na certidão de nascimento, anterior à reforma de 1943, é Archimedes e não Arquimedes.
Preciso, então, de um argumento oficial que justifique esta variação!
Pronúncia do nome próprio Bristol
Como pronunciar a cidade inglesa de Bristol? Devemos dizê-la "à portuguesa", isto é, foi assimilada pelas regras do português, ou devemos pronunciá-la em inglês?
Muito agradecido.
Fotografia 3 × 4
Por que falamos em fotos três por quatro e escrevemos 3 × 4? Não seria 3 : 4 o correto?
Grata.
Sobre a palavra adiantado
Adiantado é da família de dia?
A translineação de administrativamente
Gostaria de vos colocar uma questão relacionada com a translineação, em nome de um grupo de professores do 1.º Ciclo, e de vos solicitar bibliografia sobre este tema.
Como se faz a translineação da palavra "administrativamente"? Porquê?
A palavra alófono
Existe em português a palavra alófono?
Muito agradecida.
"Documentoscopia"
Gostaria de saber se a palavra "documentoscopia" existe em português correcto ou se se trata apenas de uma versão "aportuguesada" de expressão usada noutra língua.
«Apertou-me as mãos» (português)
vs. «me lavé las manos» (castelhano)
vs. «me lavé las manos» (castelhano)
Estudando espanhol, deparo-me com a construção normativa «me lavé las manos», e ainda, lendo Machado de Assis, deparo-me com a construção «Escobar apertou-me as mãos». Interessante que, no dia a dia, fala-se «apertou (as) minhas mãos» ou «beijou (o) meu rosto», mas então, por causa da construção típica da língua espanhola (sendo ela a norma padrão) e do uso dessa construção na literatura portuguesa, comecei a perceber que também se fala «apertou-me as mãos» ou «beijou-me o rosto» no dia a dia.
Por isso, indago sobre essa construção na língua portuguesa e seus aspectos normativos: é possível? É padrão? Ou ainda, qual é a diferença entre «apertou (a) minha mão» e «apertou-me a mão»?
Agradeço antecipadamente a resposta.
