Isto é/ou seja/a saber
Gostaria de saber se se utiliza a vírgula após as seguintes expressões (sinónimas):
– isto é(,)
–ou seja(,).
Obrigada.
O uso das preposições de, em, a e por
Tendo em conta as preposições de, em, a, por, de um modo simples, como posso eu explicar em que caso se deve usar cada uma?
Obrigada!
Com simpatia e votos de continuação de um bom trabalho.
Àqueles = a + aqueles
Segundo a regra, não se usa crase antes de palavra masculina! Então porque na frase «Diga àqueles candidatos que logo os atenderei», o a de aqueles é craseado? Quando estou diante do caso de crase em pronomes demonstrativos devo esquecer a regra acima? Como devo proceder?
Obrigado.
As locuções conjuncionais «de modo que», «de tal modo que» e «de modo a que».
Gostaria que referissem as situações em que a locução conjuncional «de modo que» está presente (locução conjuncional final ou/e consecutiva), bem como as diferenças entre «de modo que», «de tal modo que» e «de modo a (?) que». Obrigada.
Até, preposição e advérbio
Quando sabemos que a palavra até está exercendo a função de advérbio de inclusão ou está funcionando como uma preposição?
Residente/domiciliado em
«Fulano de Tal, residente e domiciliado na rua Joaquim de Souza».
«Fulano de Tal, residente e domiciliado à rua Joaquim de Souza».
Qual a frase correta?
Grato pela atenção.
Oração substantiva relativa vs. oração adjetiva relativa
Qual é a diferença entre uma oração subordinada substantiva relativa e uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva?
O "mas" no princípio de frases
Regresso ao tema do "mas" (conjunção adversativa e não advérbio, como lhe chamei...), para citar um ou dois exemplos ao acaso, colhidos em escritores portugueses que usam aquela conjunção no início de frases:
Vergílio Ferreira, Conta-corrente 5, págs.253 e 255:
"Mas mesmo obras de cultura geral, de ideias a aprofundar, a complicar." (pág. 253) ou (pág. 255)"Mas já não sei quem do júri declarou que não queria...etc.". Este volume está cheio de exemplos - praticamente em todas as páginas - do uso de "mas" no início de uma frase, a seguir a um ponto final. Em lugar de "mas" poderia usar-se "Porém", "Todavia", "Contudo", mas o certo é que não entendo por que razão há quem diga que não fica "bonito" usar o "mas"...
Outro exemplo:
José Saramago "Levantado do chão", pág. 11:
"E também vermelho, em lugares, que é cor de barro ou sangue sangrado. Mas isso depende do que no chão se plantou e cultiva, etc."
Obrigado desde já pelos vossos comentários.
Os ditongos, a divisão silábica e a translineação
A corrigir um exercício da Gramática Prática de Português (2.º ciclo, 2011, segundo as normas do DT e do AO) surgiu-me uma dúvida que me levou a outros exemplos. Passo a explicar. Aparece a palavra água para exemplificar um ditongo crescente. E na palavra qual a solução diz que se trata de um ditongo oral e crescente.
Primeira pergunta: tratando-se de ditongos, o mesmo se aplica à sequência -ua- das palavras lua, quando, habitual e guarda-chuva? Ou nalguns destes exemplos haverá um hiato e porquê?
Segunda pergunta: tratando-se de hiato ou ditongo, como são divididas estas palavras para efeitos de divisão silábica e de translineação?
Terceira pergunta: é a palavra água grave, ou esdrúxula?
Quarta pergunta: na palavra temia, estamos perante um ditongo crescente e oral, ou perante um hiato?
Pronomes pessoais átonos e tónicos
Quais são os pronomes pessoais átonos/tónicos? Como fazer a diferença entre o pronome pessoal átono e o pronome pessoal tónico? Quais os livros gramaticais que tratam particularmente dos pronomes pessoais (sujeito, reflexo, complemento de objecto directo, complemento de objecto indirecto)? Agradeço antecipadamente.
