DÚVIDAS

A coordenação num grupo nominal complexo
Dado que as gramáticas, inclusive as mais credenciadas dos 2.º e 3.º ciclos e secundário, são omissas e/ou ambíguas, agradeço que me ajudem a clarificar a seguinte questão (talvez uma questão-tipo): Numa frase com sujeito composto ou também com complemento direto composto (ex.: «O João e a Ana ofereceram livros e jogos»), devemos considerar apenas um grupo nominal (GN) na sua globalidade (GN – «o João e a Ana»/GN – «livros e jogos»), dois grupos nominais (GN – «o João» + GN «a Ana»...), ou um GN constituído por dois grupos nominais (do tipo GN = GN1 + GN2)? Há outras situações em que este dilema se coloca: com grupos adjetivais (com dois ou mais adjetivos...), mas não quero ocupar-vos muito do vosso precioso tempo, pois prestam um serviço público de excelência. Muito obrigado pela vossa atenção e pelo muito que esclarecem.
«Mortos pela Pátria»
Em Almeida encontrei a Rua dos Combatentes Mortos pela Pátria. Pelo que vi na Net, existem em Portugal outros locais ou monumentos com nomes semalhantes. A minha dúvida é a seguinte: O referido nome da rua de Almeida está correcto, ou deveria ser Rua dos Combatentes Que Morreram pela Pátria? Como está parece significar que Pátria foi assassina e não que que os sodados morreram defendendo a Pátria.Agradeço, desde já, o vosso esclarecimento.
«Atar os sapatos», «atar os atacadores» e «atacar os sapatos»
Ouve-se frequentemente dizer: vou atar os sapatos. E eu interrogo-me: um ao outro? Ou será apertar aqueles cordões chamados atacadores? Será uma das acepções do verbo atacar (vou atacar os sapatos) está em extinção? Que vamos passar a ter atadores em vez de atacadores? Agradeço desde já o grandioso contributo que nos têm dado quanto à superação das nossas dúvidas.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa