«No/em Chipre», «em Almada», «em Corroios»
Nos tempos do arcebispo Macário, as notícias diziam que «em Chipre etc. etc.». Agora os comentadores de futebol dizem que «no Chipre»...
Já agora, é «em Almada», ou «na Almada»; «em Corroios», ou «no Corroios», ou talvez «na Lisboa»?...
Gostava de saber que regra comanda o uso desta preposição nestas circunstâncias.
Pátrio, pátria e pai
Sabendo que o adjetivo pátrio pode significar «referente à ou da pátria» e «referente ao ou do pai», gostaria de esclarecer minha dúvida: há relação etimológica entre as palavras pátria e pai? Faz sentido utilizar a palavra pátria na acepção de pai (genitor)? Não possuo um dicionário etimológico e fico um pouco receosa a respeito das informações encontradas na Internet.
«Ele trá-lo-ia»
Como se conjuga o condicional do verbo trazer no caso seguinte: «Trazer um bilhete»... «Ele trá-lo-ia», está correcto?
O uso do infinitivo
«Os leitores têm a possibilidade de consultarem», ou «os leitores têm a possibilidade de consultar»?
Entretenimento
Redigindo um comentário crítico acerca de um filme, me veio a dúvida: da mesma forma que «aquilo que instrui» é dito «instrutivo», como poderei referir-me a algo que «entretém»?
«Vou ao Moledo...»
Eu disse: «Vou ao Moledo passear.»
Repeti noutro contexto: «Depois vou até ó Moledo.»
Fui corrigida, «tu vais a Moledo».
Houve teima. Penso que posso dizer ao, a, ó (este não tão correto, mas...).
Vou ao Porto, vou à Figueira, vou a Coimbra, Vou às...
O nome das localidades, são masculinos e femininos...
Gostaria de ser elucidada quanto à questão de Moledo.
«Vou para o...», sentido de ficar.
«Vou ao...», vou, mas posso não ficar.
«Vou ó...» será correto?
Obrigada.
As grafias húmido (PE) e úmido (PB)
A minha dívida tem que ver com o novo Acordo Ortogáfico. Pelo que já estive a ler, a palavra húmido manterá o h devido ao facto de, em Portugal, atribuir-se a esta palavra uma etimologia diferente do que a que é atribuída no Brasil (onde se escreve sem h).
Perante isto, e tendo em conta que a ideia por detrás do novo acordo era a de termos uma gramática única para todos os países que falam português, coloco a questão: mantemos duas gramáticas? Se eu adquirir um dicionário e uma gramática brasileira e me seguir por aqui, vou cometer erros nos textos que escrever em Portugal?
Teletransportar
Minha pergunta está relacionada com a etimologia da língua portuguesa. Ando escrevendo um livro onde os personagens são espíritos. Eles, como são feitos de matéria, são capazes de desaparecer em um lugar para reaparecer em outro. Meu problema está no fato de eu conhecer somente dois verbos capazes de descrever tal ação (teletransportar e teleportar). São verbos sucintos e diretos, mas eu procuro uma coisa diferente, uma vez que estes dois remetem um universo sci-fi e a ideia de naves espaciais e tecnologia do futuro.
Logo, preciso de um verbo que expresse uma nova ideia, onde um espírito seja capaz de teleportar-se sem ser confundido com um alienígena (como pode-se perceber na aplicação deste exemplo). Então, resta-me criar um novo verbo. Mas o que devo fazer para isto? Devo pesquisar prefixos e radicais? É correto fazer isto, ou vai contra alguma norma linguística? Pode ser malvisto aos olhos de estudiosos da língua portuguesa?
A concordância do infinitivo: «estudar/estudarem»
Na frase «Eu permiti aos alunos estudar/estudarem Português», está certa a concordância dupla?
Pontuação de frase
«A história ou, mais precisamente, a historiografia tem participado desse diálogo por meio de contribuições com origem em alguns de seus ramos, como a história intelectual e a história política renovada.»
«A história, ou mais precisamente a historiografia, tem participado desse diálogo por meio de contribuições com origem em alguns de seus ramos, como a história intelectual e a história política renovada.»
Afinal, como devo pontuar essa frase?
