O nosso idioma // Uso e norma Zero: com (ou sem) plural «Assim como o frio não é positivo nem negativo, o zero não tem plural», considerou o autor na sua coluna semanal no jornal i. Não é bem assim, como o próprio reconhece numa segunda abordagem ao tema, já aqui muito debatido, de um uso diferenciado em Portugal e no Brasil. Recebi valentes puxões de orelhas por causa da crónica em que [aqui] afirmei que o zero não tinha plural e que «zero graus» não existia. Wilton Fonseca · 28 de novembro de 2013 · 48K
Pelourinho // Tradução Um decote (demasiado) ousado O omnipresente inglês faz com que um creme ou loção corporal para usar depois da exposição ao sol, da marca Corine de Farme, se apresente em português (?!) como «Leite "after sun"», naquilo que pretende ser a tradução do inglês After sun milk… Confesso que... Paulo J. S. Barata · 26 de novembro de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola O Netinho é muito "remitente" Os erros surgem onde menos se espera, como é o caso de renitente que passa incorretamente a "remitente" (por analogia com remitir ou remeter?) É este o tema abordado por Edno Pimentel em mais uma crónica publicada na coluna "Professor Ferrão" do semanário angolano Nova Gazeta, de 21/11/2013. Edno Pimentel · 22 de novembro de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Está sempre a lagrimar…» Lagrimar, lacrimar, lagrimejar ou lacrimejar? Todas as opções são possíveis na língua portuguesa, havendo variedades que preferem umas a outras, mas sem que nenhum desses verbos esteja incorreto, como recorda Edno Pimentel em crónica publicada em 14/11/2013 na sua coluna "Professor Ferrão", do semanário angolano Nova Gazeta. Edno Pimentel · 15 de novembro de 2013 · 8K
Ensino // Aprendizagem colaborativa/Tandem Learning Inscrições no programa de Aprendizagem Colaborativa (Tandem Learning Programme) O programa de Aprendizagem Colaborativa (Tandem Language Learning Programme) dos Cibercursos da Língua Portuguesa tem tido grande adesão e conta já com muitas inscrições. Verifica-se, contudo, que há inscritos sem par, porque, sendo o inglês a língua mais procurada pelos falantes de português (sobretudo do Brasil), estes são mais numerosos do que os falantes daquele idioma. Mesmo assim, é possív... 13 de novembro de 2013 · 3K
Pelourinho // Pleonasmos «Encarar de frente» a pleonasmite Uma paródia à linguagem superlativa Nuno Abrantes Ferreira, cronista no "site" P3, identifica uma nova patologia, a "pleonasmite", num texto que, com a devida vénia, a seguir se reproduz. Tendo por referência usos verificados em Portugal e apesar de incluir como pleonásticos casos que o não são (devidamente assinalados no texto com notas), esta paródia do recurso superlativo à linguagem pleonástica pode servir de reflexão geral – independentemente da nacionalidade ou latitude específica a que se circunscreve o original. Nuno Ferreira · 12 de novembro de 2013 · 7K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um erro "desvastador" «É "desvastadora"»: assim se referiu à doença de Alzheimer um especialista naquela patologia, ao ser entrevistado no programa Bom Dia, Portugal*, da RTP 1, de 6 de novembro de 2013 (ca. das 8h50). E por duas vezes o fez! Ora o que deveria ter dito era «devastadora», do latim devastāre, co... Paulo J. S. Barata · 11 de novembro de 2013 · 3K
O nosso idioma // Léxico "Empossamentos" O substantivo posse, derivado de possuir, é base para a formação de uma série de vocábulos específicos do português, como assinala o escritor e professor universitário Fernando Venâncio, em crónica publicada no número de outubro de 2013 da revista Ler. Fernando Venâncio (1944-2025) · 11 de novembro de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola Trata-se de substâncias "tóchicas" Os equívocos com a letra x podem ser verdadeiramente tóxicos, como demonstra Edno Pimentel nesta crónica publicada na coluna "Professor Ferrão", do semanário angolano Nova Gazeta, em 7/11/2013. Recentemente várias escolas públicas e privadas, em Luanda e não só, voltaram a registar casos de desmaio. É uma situação que começou há mais de dois anos e, até ao momento, nada foi esclarecido. Edno Pimentel · 8 de novembro de 2013 · 5K
O nosso idioma // Unidade e diversidade da língua «Mu(i)nto complicado» A nasalização do ditongo ui, em muito, há "muinto" que faz parte da norma, como referem Celso Cunha e Lindley Cintra (Nova Gramática do Português Contemporâneo, p. 49). É possível que o ui se tenha tornado nasal por eventual influência ou assimilação da consoante nasal que inicia a sílaba mui-, ainda que esta pronúncia nunca tenha sido indicada graficamente através de til, de m ou de n</stron... Paulo J. S. Barata · 6 de novembro de 2013 · 4K