O nosso idioma // o português em Angola «Vou se bater no chão, ninguém me põe a mão» A troca do pronome reflexo me por se na letra de uma composição do cantor angolano Yuri Cunha, comentada por Edno Pimental, na coluna "Professor Ferrão", do jornal Nova Gazeta, de 14-03-2013. Começou uma hora mais tarde, como já é habitual, todos querem ir à festa, mas ninguém quer ser o primeiro a chegar. Desta vez, ela quis fazer diferente e decidiu começar o boda* com os dez convidados que estavam presentes. Edno Pimentel · 15 de março de 2013 · 4K
Pelourinho // Inadequação vocabular Sede vacante Texto publicado no jornal i de 14-03-3013, numa abordagem do autor ao (mau) emprego do verbo sedear na imprensa portuguesa. Tema que suscitou, já, anteriores controvérsias. Num mundo sem Papa, não houve quem não escrevesse a expressão «sede vacante», que designa a diocese onde falta o prelado, por oposição à «sede plena», ocupada. Wilton Fonseca · 15 de março de 2013 · 4K
Controvérsias // Lusofonia A língua portuguesa no traço comum da lusofonia Reagindo a um artigo de António Pinto Ribeiro, intitulado "Para acabar de vez com a lusofonia", a linguista luso-brasileira Ida Rebelo contrapõe: «Dizer que lusofonia é invenção fascista e manipuladora é como insistir que temos de pertencer a qualquer coisa, menos à língua que nos serve de instrumento de expressão e crescimento.» Estas e outras considerações, escritas expressamente para o Ciberdúvidas, encontram-se no texto que a seguir se apresenta. Ida Rebelo · 6 de março de 2013 · 4K
Pelourinho // Inadequação vocabular «Dar cobro» por «dar cobertura» No rescaldo de incidentes entre adeptos de duas equipas de futebol, o presidente de um clube confunde cobertura com cobro. Paulo J. S. Barata assinala e analisa o erro. Paulo J. S. Barata · 5 de março de 2013 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias De convergências, divergências, mudanças e coisas das ciências Texto escrito para o Ciberdúvidas, em que o autor, contraditando os números apresentados por Maria Regina Rocha em “A falsa unidade ortográfica”, complementa o seu artigo “Para mal dos pecados de alguns, os números não mentem”, publicado originariamente no jornal Público de 25-02-2013. Nele se procede a uma quantificação mais pormenorizada da mudança que, com o Acordo Ortográfico, abrangeu as formas verbais, o hífen, as consoantes mudas e a acentuação gráfica. Jorge Candeias · 4 de março de 2013 · 6K
Acordo Ortográfico // Controvérsias O português na encruzilhada «Os entraves, supostamente linguísticos e técnicos, tantas vezes invocados para contrariar a aplicação do Acordo Ortográfico são sobretudo subterfúgios que visam opacificar uma discussão que se desejaria transparente», escreve a vice-presidente do ILTEC, em artigo saído em 2 de março de 2013, no semanário Expresso, o qual a seguir se transcreve na sua versão mais desenvolvida. Margarita Correia · 4 de março de 2013 · 8K
Pelourinho // corruptela Mal(dita) alcoolemia Depois dos malditos "paparazzi" (e mal escritos, quantas vezes), a maldita alcoolemia nas razões que levaram ao acidente mortal de Diana Spencer. Maldita e mal dita, como se foi ouvindo nas televisões e rádios portuguesas à medida que chegou a confirmação do estado de quase-embriaguez do condutor do automóvel onde seguia a Princesa de Gales, o namorado e o guarda-costas. Alcoolemia, /alkwulemía/ e... José Mário Costa · 28 de fevereiro de 2013 · 4K
Controvérsias O equívoco do tratamento escolar da língua A respeito da disciplina de Português e do ensino da gramática, João de Brito, professor em Vila Real, comenta as posições de Luís Osório e Sandra Duarte Tavares num texto enviado ao Ciberdúvidas. João de Brito · 28 de fevereiro de 2013 · 3K
Pelourinho // Pontuação Uma vírgula absolutamente proibida No sítio da antiga Direção-Regional de Educação do Algarve, agora Direção de Serviços da Região do Algarve, pode ler-se, numa janela que surge sempre que se acede ao mesmo: «O Sítio Web da extinta DRE Algarve, continuará online e será atualizado sempre que necessário». Paulo J. S. Barata · 27 de fevereiro de 2013 · 8K
Controvérsias «A disciplina de Português é um crime contra o futuro»?! A interrogação-surpresa do título em cima é minha – e a afirmação é de Luís Osório, autor da opinião que se pode ler aqui. O título, confesso, desafiou-me a lê-lo num ápice, deixando-me, porém, verdadeiramente perplexa: estudar gramática nas aulas de Português é um crime contra o futuro?! Estudar sintaxe não estimula o pensamento?! Conhecer a estrutura e o funcionamento da língua não serve para saber escrever com rigor e correção?! Sandra Duarte Tavares · 27 de fevereiro de 2013 · 6K