Acordo Ortográfico // Controvérsias Para mal dos pecados de alguns, os números não mentem Com o Acordo Ortográfico, aumentou o número de palavras que se escrevem de forma diferente, sustentava Maria Regina Rocha, em "A falsa unidade ortográfica". Número rebatido por Jorge Candeias em artigo saído em 25 de fevereiro de 2013 no jornal “Público”, onde afirma: «A convergência bate a divergência com uma vantagem de mais de cinco para um. E à tão badalada “cedência ao Brasil” corresponde uma “cedência a Portugal” ligeiramente mais numerosa». Segue-se o texto, transcrito na íntegra. Jorge Candeias · 26 de fevereiro de 2013 · 3K
Acordo Ortográfico // controvérsias A falsa unidade ortográfica Maria Regina Rocha «Para que serve um “acordo ortográfico”? Para unificar a ortografia de povos que falam a mesma língua. Ora, com este acordo, a ortografia da Língua Portuguesa não se unificou», sustenta Maria Regina Rocha, neste artigo, saído no jornal Público de 19-01-2013. O texto que aqui se transcreve é a versão que a autora entendeu ficar em linha no Ciberdúvidas. Maria Regina Rocha · 26 de fevereiro de 2013 · 10K
Pelourinho // Inadequação vocabular «Praia acessível» As palavras estão vivas e vão fazendo o seu caminho. Umas definham e extinguem-se, passando apenas a engrossar o léxico cumulativo dos dicionários. Outras ganham novos significados. Paulo J. S. Barata · 25 de fevereiro de 2013 · 4K
Pelourinho // Estrangeirismos Erros ortográficos, pontapés na gramática, excesso de estrangeirismos… Escreve o jornalista José Queirós, na sua despedida de provedor do leitor do “Público”, dirigindo-se a quem o cargo se destina: «Deu-me conta, em muitas centenas de mensagens, do incómodo e da indignação com que vê a multiplicação de atentados à língua portuguesa (erros ortográficos, pontapés na gramática, excesso de ... José Queirós (1952-2019) · 24 de fevereiro de 2013 · 6K
Pelourinho // Gralhas Visto e "ouvisto" Crónica do jornalista Wilton Fonseca publicada no jornal i de 7-02-2013, a propósito de um “tropeção” (ministerial). Diz o autor: «Não vivemos nem somos reféns das audiências, mas ser visto e ser "ouvisto" pelos portugueses é também uma razão para justificar o investimento que os portugueses pagam [para o serviço público de audiovisual].» Wilton Fonseca · 23 de fevereiro de 2013 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público "Expólio" cultural A Fundação Serralves trocada por uma inexistente "Fundação Serra Alves" e o «"expólio" exposto» do fotógrafo Eduardo Gageiro assinalados neste texto publicado no jornal "i" de 21-02-2013. Aos domingos, quando chefes e editores descansam, as redacções reduzem os cuidados com as notícias. O número de asneiras aumenta. Wilton Fonseca · 23 de fevereiro de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola Manter como sinónimo de casar Edno Pimentel As particularidades do português de Angola passam a ter um espaço próprio em O Nosso Idioma através da colocação em linha das crónicas do "Professor Ferrão", assinadas por Edno Pimentel e publicadas no jornal Nova Gazeta, de Luanda. Neste primeiro texto apresentado no Ciberdúvidas, o tema é o verbo manter, usado em Angola como sinónimo de contrair uma relação conjugal, ou seja, de casar. – Nunca mais te vi. Pensei que já manteste! – Adivinhaste. Já manteu mesmo. Edno Pimentel · 22 de fevereiro de 2013 · 3K
O nosso idioma // Léxico À volta de «colmeadinho» e «dinheiro acrescentado» Desprezamos muitas vezes, por puro snobismo linguístico, os nossos regionalismos. Alguns deles verdadeiras pérolas de economia e de expressividade. Tudo em prol de uma língua formatada, uniformizada. Igual no Minho e no Algarve. Paulo J. S. Barata · 21 de fevereiro de 2013 · 5K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Aquele e àquele A propósito das recentes di(con)vergências entre António Costa e António José Seguro, o principal semanário português publica um texto que traça uma espécie de biografia comparada de ambos, no qual, a dado trecho, se diz: «Mesmo que subliminar, há um certo 'preconceito de classe' deste em relação aquele» (Expresso, n.º 2101, de 2 de fevereiro de 2013, caderno principal, p. 5). Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 16K
Pelourinho // Estrangeirismos O recorrente erro do realizar (por perceber) Num artigo em forma de carta dirigida ao ministro Álvaro Santos Pereira, Miguel Sousa Tavares reincide no mau uso do verbo realizar. A frase é esta: «Acontece, Álvaro, por aquilo que já me foi dado perceber,que você ainda não realizou bem onde está: num país chamado Portugal»(Expresso, primeiro caderno, p. 7) Deveria lá estar obviamente entendeu ou compreendeu, em lugar de "realizou", um «falso amigo» oriundo de uma tradução indevida do verbo inglês to realize, que significa perceber, compreender, entender. (...) Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 8K