O nosso idioma Não é possível fotografar adjectivos — nem verbos, nem preposições Sobre a extinção de lexemas e estruturas sintácticas do português e o que fica dela — «uma prosa primária». Vasco Pulido Valente, na sua habitual crónica do Público. sob o título original "Voltar a casa". Vasco Pulido Valente · 7 de setembro de 2009 · 5K
Pelourinho O que é isso? As palavras inventam a realidade? Os demagogos sempre souberam que sim. Um artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 6 de setembro de 2009 · 5K
O nosso idioma As línguas dos outros O português não é uma língua ameaçada, mas tal não justifica o actual alheamento relativamente às línguas minoritárias. Um artigo de Ana Martins no semanário Sol. Existem cerca de 7000 línguas em todo o mundo: em cada 14 dias extingue-se uma delas. Ana Martins · 23 de agosto de 2009 · 4K
Pelourinho Titulus, tituli E quando o título de uma notícia ostenta erros ou é absurdamente enigmático? É este o tema do artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 17 de agosto de 2009 · 4K
Controvérsias // Sobre o ponto de exclamação Em defesa do ponto de exclamação A favor do uso do ponto de exclamação – escreve o jornalista Ferreira Fernandes, transcrito da crónica do autor publicada no "Diário de Notícias" do dia 9 de agosto de 2009, ao contrário de outros autores como o poeta e cronista Pedro Mexia [cf. Contra a exclamação]. Ferreira Fernandes · 12 de agosto de 2009 · 3K
Pelourinho Quem não sabe inventa-as Os propósitos da criação neológica — o tema do artigo de Ana Martins no semanário Sol. Porque é que os nossos políticos falam por palavras que não existem? Bom, não é rigoroso dizer que não existem. É melhor dizer que são palavras que não estão atestadas nem em dicionários nem em corpora (conjuntos de textos, devidamente organizados, que servem a análise linguística). Passemos aos exemplos. Ana Martins · 12 de agosto de 2009 · 4K
O nosso idioma Espargata espargueta Qual a origem da palavra espargata? Miguel Esteves Cardoso andou a investigar e diz-nos qual é — no Público do dia 4 de Agosto de 2009. Queria escrever esparregata mas o único dicionário que tinha à mão, o da Academia [das Ciências de Lisboa], não me deixava. Telefonei a um ginasta amigo que me explicou que "esparregata" era só para o caso especial em que se escorrega num bocado de esparregado. Para todas as outras ocorrências, envolvendo espargos ou não, é espargata que se deve escrever. Miguel Esteves Cardoso · 4 de agosto de 2009 · 6K
O nosso idioma Gradações A palavra democracia é um termo de sentido fluido? É este o ponto de partida do artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 31 de julho de 2009 · 3K
Pelourinho O pano e a nódoa Sobre os contrastes na qualidade da escrita jornalística — contrastes que podem ocorrer num mesmo jornal. Trata-se de mais um artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 31 de julho de 2009 · 4K
Pelourinho Chumbar = reprovar — e não o seu contrário Na gíria escolar, chumbar significa «reprovar». Ou seja, não passar neste ou naquele exame, nesta ou naquela disciplina ou… nelas todas. Como o termo virou modismo na comunicação social portuguesa, lá se voltou ele a ouvir (e a ler) no seu sentido… contrário. Noticiava-se a votação do relatório da Comissão Parlamentar da Assembleia da República no caso do Banco Português de Negócios. Mais concretamente os votos contra do Bloco de Esquerda, PCP e CDS: «O relatório foi chumbado pela oposição». José Mário Costa · 24 de julho de 2009 · 5K