O nosso idioma // Estrangeirismos Sobre os estrangeirismos «Os povos que dependem económica e intelectualmente de outros não podem deixar de adoptar, com os produtos e ideias vindas de fora, certas formas de linguagem que lhes não são próprias», lembra neste extrato do livro "Estílistica da Língua Portuguesa" o filólogo, ensaísta e crítico literário português Manuel Rodrigues Lapa (1897-1989).«O ponto – ressalva – está em não permitir abusos e limitar essa importação linguística ao razoável e necessário.» Manuel Rodrigues Lapa · 18 de maio de 2009 · 17K
Lusofonias A língua e a afirmação de Portugal no mundo Carlos Fragateiro dedica espaço alargado no jornal Público, de 8 de Maio de 2009, para sublinhar o lugar do português na criação de uma Europa multilingue. Pela consolidação de relações com a Espanha e o espanhol — como uma ponte para a América latina —, bem como com a França e o francês — como uma estratégia de aproximação efectiva aos países africanos. Nos séculos XV e XVI Portugal foi o pioneiro da globalização. Hoje pode assumir-se como laboratório do futuro. Carlos Fragateiro · 11 de maio de 2009 · 5K
O nosso idioma Nós e eles O estudo da deixis instaura uma nova abordagem dos fenómenos linguísticos. Ana Martins dá um exemplo em mais um artigo publicado no semanário Sol. Ana Martins · 9 de maio de 2009 · 4K
Antologia // Moçambique Língua Poema do moçambicano Luís Carlos Patraquim inserto no livro Pneuma, edição Caminho, Lisboa (2009) Luís Carlos Patraquim · 8 de maio de 2009 · 5K
Pelourinho Viva os adjectivos! (Sim, este título está bem escrito) Rumo à "reabilitação" do adjectivo, um artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 4 de maio de 2009 · 3K
Lusofonias Como falamos a democracia? «Tantas vezes pensada como morando no passado, África vive no futuro linguístico: quase todos os africanos são multilingues», escreve o escritor moçambicano Mia Couto, em artigo publicado na revista África XXI de Maio de 2009, que aqui se transcreve, coma devida vénia. Mia Couto · 4 de maio de 2009 · 4K
Pelourinho Troca funesta A troca de acusações foi benéfica para a TVI, mas funesta para a jornalista do DN. Há um claro erro de concordância na abertura da notícia — o sujeito é a troca e, por isso, o verbo devia estar na terceira pessoa do singular («A troca de acusações teve...»). João Alferes Gonçalves (1944 — 2023) · 29 de abril de 2009 · 6K
Pelourinho Biqueiradas jornalísticas Mais uma ilustração da forma desleixada como se ecreve na imprensa portuguesa. No caso (jornal desportivo O Jogo de 19 de Abril de 2009), um qualquer dicionário de sinónimos à mão evitaria estas biqueiradas jornalísticas. João Alferes Gonçalves (1944 — 2023) · 20 de abril de 2009 · 5K
Pelourinho // Estrangeirismos A linguagem dos entendidos «Quando se procura ler hoje um diário ou um semanário português, é indispensável armar-se de um bom dicionário de inglês para tentar compreender o que querem dizer os site, online, lay-off, play-off, franchising, outlet, offshore, lifting, share, target, outdoor e outros deliciosos termos perfeitamente desconhecidos para a grande maioria da população». Artigo publicado no Diário de Notícias de 18 de Abril de 2009, que aqui se transcreve, com a devida vénia. J. M. Nobre-Correia · 20 de abril de 2009 · 4K
Pelourinho Uma textura «O que faz de um texto um texto?» Este também podia ser o título do artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 18 de abril de 2009 · 3K