Pelourinho Também tu? Sobre a responsabilidade acrescida da agência Lusa no que toca a boas práticas de redacção — um artigo de Ana Martins no Sol. Sem querer fazer deste espaço uma coutada de caça ao erro, tenho trazido para reflexão vários temas com recurso a diferentes exemplos de erros e abusos linguísticos, retirados de vários jornais portugueses. Ana Martins · 26 de outubro de 2008 · 2K
Pelourinho A confusão dos biliões Texto do jornalista Rui Cartaxana, inserto na página da Internet do jornal desportivo português Record do dia 25 de Outubro de 2008, sobre uma recorrente troca dos "mil milhões" pelo "milhão de milhões", que é a norma seguida em Portugal — ao contrário do estipulado no Brasil e nos EUA. Rui Cartaxana · 26 de outubro de 2008 · 8K
Pelourinho Tratos de polé O provedor do leitor do jornal Público volta ao tema dos erros no diário português que se reclama de referência — alguns verdadeiros "tratos de polé dados à língua portuguesa". Artigo inserto na edição de 19 de Outubro de 2008, sob o título original "Minudências maiores". Joaquim Vieira · 24 de outubro de 2008 · 4K
Lusofonias Novamente o português, língua da Europa Uma reflexão e um voto de confiança no estatuto universal da língua portuguesa — é o que propõe Ribeiro e Castro. O desafio continua a ser afirmar o português como uma das principais línguas de comunicação global da Europa José Ribeiro e Castro · 21 de outubro de 2008 · 4K
Pelourinho Pessoa às voltas no túmulo Que reacções merece a omnipresença de erros de língua na imprensa? É o que questiona este artigo. Em pouco mais de dez minutos de consulta da imprensa online diária, detectei, sem intenção, três erros grossos: «Taxas Euribor caiem pelo segundo dia consecutivo» (Diário Digital, 14/10/08) – o correcto é caem.«Os banqueiros portugueses defendem a necessidade dos bancos se puderem financiar» (Sol, 14/10/08) – o correcto é de os, e o que a seguir devia estar escrito era poderem e não puderem. Ana Martins · 20 de outubro de 2008 · 3K
Pelourinho E o culpado é o Google? Sobre o desconhecimento do léxico por parte dos profissionais da língua — mais um exemplo. Artigo publicado no semanário Sol de 11 de Outubro de 2008, na coluna Ver como Se Diz. Ana Martins · 12 de outubro de 2008 · 4K
O nosso idioma Linguagem e rigor científico Como é que é possível desenvolver e divulgar um estudo científico sem recorrer a uma metalinguagem rigorosa, unívoca e objectiva? Não é. Eis o tema desta artigo do professor universitário português Manuel Gonçalves da Silva, publicado no Diário Económico de 2 de Outubro de 2008, e que a seguir reproduzimos com a devida vénia. Manuel Gonçalves da Silva · 12 de outubro de 2008 · 9K
Pelourinho A empresa prioriza, a empresa agiliza, a empresa implementa… Crónica do jornalista português João Gobern, emitida na Antena 1, no dia 6 de Outubro de 2008, à volta do chamado "tecnocratês" em circuito fechado, de muitas sílabas e ao ritmo do império linguístico anglo-americano. João Gobern · 8 de outubro de 2008 · 4K
Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é complemento circunstancial - II Voltando à frase ««Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatroanos, estava ontem deitado no pasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado»», analisemos a expressão «sem sela». O constituinte «sem sela» exerce, como já foi dito, uma função semelhante à dos advérbios e modificadores apositivos, e parece corresponder a um comentário por parte do locutor, adicionando informação à frase. As suas características são: Ana Carina Prokopyshyn · 6 de outubro de 2008 · 4K
Controvérsias // Sintaxe Sobre o predicativo do sujeito na frase «Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatro anos…» É muito interessante a frase «Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatro anos, estava ontem deitado no pasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado.», pois não é totalmente pacífica a análise dos termos «deitado no pasto», «sem sela» e «relinchando». Observemos a frase. Maria Regina Rocha · 6 de outubro de 2008 · 4K