Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é predicativo do sujeito — II [1.] O Ciber hoje ultrapassou tudo o que é de esperar nesta sua exposição pública de saberes.1 Depois de errar na descrição sintáctica duma frase, não corrige o erro, mas cria uma nova frase, cuja análise sintáctica nos apresenta e justifica. Não está certo! Virgílio Dias · 6 de outubro de 2008 · 4K
Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é complemento circunstancial - I Retomemos a frase «Lépido, filhote de Valente, um indômito de quatro anos, estava ontem deitado no pasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado» e construamos uma nova frase com os constituintes relevantes para a análise que Virgílio Dias contestou: (i) «Lépido estava deitado sem sela.» O predicativo do sujeito é a palavra ou expressão que estabelece uma relação de sentido com o sujeito, que o caracteriza; em (i), essa posição é preenchida pela forma participial deitado. Ana Carina Prokopyshyn · 6 de outubro de 2008 · 7K
Controvérsias // Sintaxe «Sem sela» é predicativo do sujeito - I Pedia-se a classificação gramatical, sintáctica e semântica dos constituintes da frase: «Lépido,filhote de Valente, um indômito de quatro anos, estava ontem deitado nopasto, sem sela, relinchando, quando foi laçado.» E diz-se: «sem + sela (preposição + substantivo/complemento circunstancial de modo) Ana Carina Prokopyshyn :: 12/09/2008» Não concordo. «Sem sela» é um predicativo do sujeito. Virgílio Dias · 6 de outubro de 2008 · 5K
Controvérsias // Sintaxe Predicativo do sujeito ou complemento circunstancial? Parte da análise sintáctica incluída na resposta Classificação gramatical, sintáctica e semântica, da autoria da consultora Ana Carina Prokopyshyn, levou o consulente Virgílio Dias a manifestar-nos a sua discordância. Gerou-se assim uma pequena mas acalorada controvérsia em torno da classificação de certos constituintes preposicionados que ocorrem normalmente depois de verbos de ligação (s... 6 de outubro de 2008 · 4K
Pelourinho Ao correr da tecla Sobre a escrita oralizante numa recensão de cinema — um artigo de Ana Martins no Sol. A avaliação da qualidade de um jornal, em papel ou online, recai sobre os chamados "textos nobres", textos longos, elaborados sob o peso dos grandes géneros jornalísticos: a notícia, a reportagem e a entrevista. Ana Martins · 6 de outubro de 2008 · 4K
Pelourinho // Sintaxe O nó Sobre a sintaxe enredada nos media, um artigo de Ana Martins no Sol. É consternador ver erros ortográficos, erros de pontuação, abuso de estrangeirismos ou desfiguração das conjugações verbais em textos de imprensa. É ainda mais chocante a desvalorização tácita destes erros, sugerindo-se que a inteligibilidade do conteúdo do texto — o fim último do acto comunicativo —, afinal, sai incólume. Ana Martins · 28 de setembro de 2008 · 4K
Antologia // Portugal Para que te serve a língua A língua é um instrumento de prazer. Por vezes doce, por vezes amarga.Para usar e abusar. Para aceitar e para recusar. Para dizer. Para amar. Paramentir. Para lutar. Para viver.A língua pode ser meiga, suave, túrgida, bífida, trabalhadeira. Ou entãobrusca, áspera, terrível, iracunda, traiçoeira. Como os sentimentos. À flor dapele. Viriato Teles · 25 de setembro de 2008 · 8K
Pelourinho Saber falar, saber pensar A assunção de que todo o pensamento está dependente da língua é o ponto de partida do artigo de Ana Martins no Sol. Uma das vertentes do estudo sobre língua e a linguagem assenta no pressuposto de que a estrutura da língua determina a estrutura do pensamento. No primeiro quartel do século passado, Edward... Ana Martins · 22 de setembro de 2008 · 3K
O nosso idioma Ainda o disparatado "paralímpico" Texto de José Mário Costa editado na secção Cartas ao Director do Público de 16 de Setembro de 2008, reafirmando que a forma recomendada é paraolímpico (e não "paralímpico" ou "para-olímpico"), a despeito de uma tese da autoria do professor Custódio Magueijo, da Universidade de Lisboa, que prefere a grafia "parolímpico". José Mário Costa · 16 de setembro de 2008 · 4K
Pelourinho Diga paraolímpicos Artigo publicado no suplemento desportivo Sport, do Correio da Manhã de sábado, 13 de Setembro de 2008, sobre a forma "paralímpico". Não se sabe quem foi o responsável por mais uma das tais calinadas que, de repente, se espalham como a gasolina em cima do lume e toda a gente – desde jornais, televisões, rádios, ao homem da rua, políticos, intelectuais, etc. – desata a dizer e a escrever ‘Jogos Paralímpicos’ ou a falar de ‘paralímpicos’! Rui Cartaxana · 16 de setembro de 2008 · 4K