O nosso idioma // Neologismos A barafunda entre islamitas e islamistas Apesar de palavra controversa (ver Ainda o termo "islamista" vs. Islami(s)tas? + Textos Relacionados), a verdade é que islamista se tem imposto por permitir fazer mais facilmente a destrinça entre um muçulmano e aquele que «utiiza o islão como arma política». Ou seja: a diferença não é linguística, mas política – como observa o jornalista Wilton Fonseca em mais uma crónica publicada no jornal i. Wilton Fonseca · 10 de outubro de 2014 · 10K
O nosso idioma // Linguística Traído pela voz A propósito da execução de reféns ocidentais pelo Estado Islâmico, Wilton Fonseca dedica uma crónica (publicada no dia 2 de outubro de 2014 no jornal i), ao papel decisivo que a linguística aplicada e, designadamente, a linguística forense têm hoje na investigação de questões criminais. Wilton Fonseca · 6 de outubro de 2014 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «É uma "perca" de tempo...» Generalizada na linguagem popular – que até coincide com a denominação de um peixe –, não é essa a forma recomendada do particípio passado do verbo perder. Especialmente se em sala de aula – como escreve o autor nesta crónica sobre os usos do português em Angola, no semanário “Nova Gazeta” de 25 de setembro de 2014. Edno Pimentel · 25 de setembro de 2014 · 11K
O nosso idioma // O português em Angola «Isso pode ficar entre "parentes", professor?» À volta do sinal de pontuação parênteses – ou, também, parêntesis – e da sua (des)acertada prolação numa sala de aula em Luanda, nesta crónica do autor no semanário "Nova Gazeta", do dia 4 de setembro de 2014. A pontuação tem sido uma das questões mais problemáticas nas salas de aula e que, às vezes, me levam a pensar que o que os alunos melhor sabem fazer é usar o ponto final, que também tem sido substituído por um tal de ‘ponto parágrafo’. Mas este é tema para uma outra aula. Edno Pimentel · 4 de setembro de 2014 · 4K
O nosso idioma // Pontuação Sobre o (bom) uso das aspas A propósito do (recorrente) erro no uso da forma "precaridade" – e logo por uma entidade com contas devidas também no rigor formal dos pareceres e recomendações emitidos –, o autor reúne aqui algumas pistas para o sinal de pontuação que está longe de poder ser empregado como um mero adorno ou enfeite. In jornal "i" de 21/08/2014. Wilton Fonseca · 21 de agosto de 2014 · 10K
O nosso idioma // O português em Angola «Vocês só "estrovam" o negócio» Nas explicações sobre as potencialidades e vantagens da relíquia fotográfica, o tropeção do vendedor foi mesmo linguístico. Bastante generalizado nos usos menos cuidados do português de Angola assinala o autor em crónica publicada no semanário luandense “Nova Gazeta”, de 21/08/2014. Ninguém estragou o negócio de ninguém. Quase todos, alguns, poucos, pelo menos das pessoas que conheço, buscam informações na internet para pesquisar telefones, aparelhos de som e televisão. Edno Pimentel · 21 de agosto de 2014 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Se Ele existe, porque "adoencemos"?» Era uma daquelas discussões como a do ovo e a galinha. Não levam a nada, salvo se há, por ali, algum tropeção... linguístico. É o que aqui nos conta o autor em mais uma crónica na sua coluna “Prof. Ferrão”, no semanário angolano Nova Gazeta, do dia 14/08/2014. Edno Pimentel · 15 de agosto de 2014 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola Eles não "corrugem" as provas Nos usos do português coloquial em Angola aponta-se nesta crónica do autor no semanário “Nova Gazeta” a deficiente conjugação do verbo corrigir – e logo por quem (e onde) menos se esperaria... Essa é uma discussão que vem de muito longe. Agora até que melhorou um bocadinho, porque na década de 1990, a situação era pior. Os alunos ficavam amontoados, como que se de mercadoria se tratasse. Salas abarrotadíssimas, sem carteiras, sem quadros em condições e sem outros meios de ensino. Edno Pimentel · 7 de agosto de 2014 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola Aulas muito "vantagiosas"! Na derivação de palavras, podem surgir variantes inesperadas, como é o caso da forma "vantagioso", usada incorretamente em lugar de vantajoso. É este o tópico gramatical de mais uma crónica que Edno Pimentel dedica aos usos do português de Angola. A ideia não é tirar vantagem sobre outrem. Sempre que escrevo as aulas do professor Ferrão, como já um dia contei neste mesmo espaço, faço de forma a não ferir quem quer que seja. Edno Pimentel · 31 de julho de 2014 · 8K
O nosso idioma // O português em Angola «Assim ele não "te gosta", não é?» O mau emprego do verbo gostar sem preposição antes de um substantivo ou de um infinitivo abordado nesta crónica do autor à volta dos usos do português em Angola. Edno Pimentel · 25 de julho de 2014 · 4K