DÚVIDAS

As letras G, R e S
Agradeço o excelente trabalho prestado pelo Ciberdúvidas. Gostaria de saber o porquê de se chamar as letras, por exemplo "S" (de "se"), e não de "esse", de "R" (de re), e não de "erre". Confundo-me, pois, quando lemos uma sigla: RTP – lemos "erre tê pê" e, se dissermos o nome das letras, o que encontro é: "rre te pe". GNR – lemos "ge ene erre" e as letras, mais uma vez nos confundem, "gue ne re". Tornou-se muito difícil expor a minha dúvida; espero ter sido claro e perdoem-me se cometi erros na nossa Língua Portuguesa.
Se preparar / preparar-se, de novo
A minha dúvida, ou antes indignação, prende-se com a pergunta com o título acima, levantada por outro cibernauta. Eu estou estupefacto com os disparates que todos os burros que apresentam noticiários ultimamente desataram a praticar, i.e., ofendem-se as regras da língua com constantes frases do género: "Não sabe como ele chama-se..."! Onde é que vamos parar? Porque não mandam essas criaturas fazer cursos intensivos de Português? Já não nos chegava a influência nefasta das telenovelas brasileiras? Pois as pessoas já começam a dizer o que a outra "falou" – a palavra dizer começa a deixar de se ouvir. Já nada se "diz", falou ...
Os valores do advérbio
Tenho percebido que o uso do vocábulo se assemelha a valores semânticos umas vezes próximos de adversativos, outras vezes talvez a condicionais como nos exemplos abaixo : «Divirta-se bastante nestas festas juninas, faça de tudo, só não solte balão.» (não estaria exercendo o papel da conjunção mas ou então da conjunção condicional contanto que?) «Todos quiseram o lanche. Só você [é] que não.» (não estaria neste caso exercendo o papel da preposição exceto?) «Foi só terminar a aula, que o garoto começou a brigar com os colegas.» (não estaria neste caso exercendo o papel de uma conjunção temporal?)
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