Tradução de termo técnico da informática "skin"
Há algum tempo que tento esclarecer esta dúvida e não encontro na Internet resposta para ela. Gostaria de saber se é correcto usar o termo "skin" para designar um pacote de imagens e, eventualmente, código de programação usado para mudar o aspecto visual de uma aplicação informática. Tenho encontrado em sítios brasileiros a tradução para "pele" mas, confesso, acho que não será a mais feliz...
«Não financiamento»
Pesquisei "desfinanciamento" em alguns bons dicionários e não encontrei tal palavra. É correto empregá-la, ou deve-se dizer "não financiamento"?
Obrigada!
Fenómenos fonológicos e elaboração da norma-padrão
Agradeço antes de mais o tempo dispendido para avaliar e responder às minhas questões.
Sei que a aférese é uma figura de estilo/linguagem que consiste na queda/retirada de um fonema no início de um vocábulo (ex. ainda – inda) e que ao mesmo tempo existe um outro recurso estilistico, a prótese que consiste no contrário, ou seja, no acrescento de um fonema no incío de uma palavra (ex. levantar – alevantar).
A minha primeira questão é a seguinte: ao depararmo-nos com determinado vocábulo, como sabemos se se trata de uma prótese ou de uma aférese?
Por ex.: arrebentou e rebentou.
Pelo que entendo, antes de escolhermos a figura de estilo apropriada, temos de decidir qual a palavra de origem, é isso? Mas isso nem sempre me parece evidente... Por exemplo há três ou quatro gerações (e ainda em várias zonas do norte de Portugal, por exemplo) ainda se diz arrebentou ou inda. No primeiro caso, trata-se de uma prótese porque partimos de rebentou, e no segundo, de aférese, porque temos em conta que a palavra "correta" é ainda – ou esse raciocínio é demasiado frágil?
Além disso, torna-se difícil de decidir quem fala/escreve bem ou menos bem. Tenho a ideia de que a lingua, sendo um produto social, mesmo com esquematizações e normas lexicais/sintáticas/etc. constitui um fenómeno humano muito dinâmico e permeável ao meio envolvente, o que dificulta essa mesma sistematização do bem falar/escrever.
No que nos podemos basear para essa questão das figuras de estilo? Na maioria dos falantes? Do país/zona de origem de quem proferiu/escreveu determinado vocábulo/frase?
Muito obrigado pela ajuda.
(Rizo/arrizo)(tónicas/tônicas)
Quero saber das formas rizotônicas e arrizotônicas.
«Há... que...»: análise sintáctica
Como se classificam as orações na seguinte frase?
«Há muito tempo que não o vejo.»
Obrigada.
Emanuel: pronúncia
Como pronunciar, corretamente, o nome próprio Emmanuel? /Emmânuel/ ou /Emmanuel/?
«... com ninguém» (tradicionalmente e segundo a TLEBS)
Na frase «Nunca o Silvestre tinha tido uma pega com ninguém», «com ninguém» sintacticamente é o quê? Tradicionalmente e segundo a TLEBS.
Continuação do bom trabalho.
Cachopo/a, etc.
Cachopa ou caxopa? Como se deve escrever correctamente? E qual a origem da palavra? Não sei se tem abrangência nacional, mas pelo menos no Ribatejo usa-se para designar uma rapariga.
«Hoje são 5 de Setembro»
Na oração «Hoje são 05 de setembro», existe ou não existe sujeito? Como pode haver predicativo do sujeito se não houver sujeito?
Concordâncias
O assunto é concordância nominal. Tenho dúvida nas seguintes concordâncias: 1) É tempo, é paciências, é dinheiro___________ (perdido). 2) Não se pode negar que Petrópolis é ___________ (bonito). (Bonito se for o lugar e bonita se for cidade? E agora?) 3) As mãos eram ______pequenas. (demasiado)(Qual o sentido da palavra demasiado, neste caso. É um advérbio, não é?) 4) Não admiro nem um nem outro ____(artista). 5) _______já tantos anos de seu desaparecimento, os exemplos dele ainda vivem na memória de todos. (passado)
