Tempos verbais associados a antigamente e modernamente
Como se deve dizer: «Tanto antigamente como modernamente se dizia», ou «se diz»?
Muito obrigado!
O superlativo absoluto sintético de risonho
Como fica o adjectivo risonho no grau superlativo absoluto sintético?
Homem muito lido
A resposta dada, no dia 04.JAN.99, pelo Professor José Neves Henriques, ao consulente Sr.Ricardo Kurylski sobre a diferença entre "um homem muito viajado" e "um homem viajou muito" diz que essa diferença se aplica também a "O homem lê muito" e "O homem é muito lido." Concordo, porém restou-me uma dúvida: quando esse homem é um escritor de sucesso, que teve muitos exemplares de seus livros vendidos e, deduz-se, lidos, não poderemos dizer que esse "é um homem muito lido."? Não pelo fato/facto de esse escritor ter lido muito e ter apreendido o que leu, aprimorando sua cultura, mas pelo fato/facto de muitas pessoas terem lido o que escreveu.
Outra vez a pronúncia de Alqueva (Portugal)
Gostaria de saber como se deve pronunciar o topónimo Alqueva, /Alquéva/ ou /Alquêva/? Nos meios de comunicação social é utilizada a pronuncia /Alquêva/, no entanto, no Alentejo, sempre ouvi pronunciar /Alquéva/.
Escrever à mão
Quero saber se "escrever a mão" é assim ou se leva crase.
Aconfessional
É correto dizer-se "aconfessional" como o contrário de confessional?
Oração relativa de infinitivo:
«não tenho nada que dar...»
«não tenho nada que dar...»
Na frase «Não tenho nada que te dar nos teus anos», como se classifica a oração «que te dar nos teus anos»?
Grata pela vossa ajuda.
O significado do verbo liquidar
Gostaria que me fosse esclarecido o significado do verbo liquidar.
Grata.
Excedera / excedeu
Dúvidas com relação ao emprego do verbo. O certo é: "... o volume da receita bruta anual da Empresa não excedera o limite fixado no artigo..." ou o certo é "... o volume da receita bruta anual da Empresa não excedeu o limite..."?
Com relação ao verbo excedeu, qual o certo nas frases acima?
Obrigada.
«Ao contrário do que se pode pensar»
– oração subordinada conformativa
– oração subordinada conformativa
No período «para fazer isso, ao contrário do que se pode pensar, é importante ter dúvidas», «ao contrário do que se pode pensar» é uma oração intercalada? Caso não o seja, como deve ser classificada?
Ainda sobre a mesma oração, à primeira vista interpretei «ao contrário» como locução adverbial e «do que se pode pensar» como oração subordinada substantiva completiva nominal. Ocorre que encontrei uma explicação que classificava «que se pode pensar» como oração subordinada adjetiva, considerando pronome demonstrativo o o (contido em de+o). Qual das interpretações é correta? Se a referida oração for subordinada substantiva completiva nominal, estaria ela subordinada à locução «ao contrário»? E se «que se pode pensar» for adjetiva, qual a função sintática de «ao contrário».
Agradeço por este e por tantos outros esclarecimentos com os quais fui presenteado por vocês!
