DÚVIDAS

Duas orações explicativas
«Anda por retos caminhos, que assim vais plasmar tua integridade e a virtude será teu brasão.» No período acima, a oração «e a virtude será teu brasão» é uma oração coordenada aditiva, já que se liga pela conjunção e com a oração anterior; ou é uma oração coordenada explicativa, como a oração anterior, coordenada com esta, mas mantendo sua condição de oração explicativa? Agradeço desde já.
Os gentílicos de Latgália, Selónia, Semigália e Vidzeme (Letónia)
1. Em português, haveria um gentílico para Latgália, ou Latgale, antiga região da Letônia? Quanto à forma do topônimo, qual das duas acima elencadas seria a melhor? 2. Qual seria o gentílico da Selônia, antiga região da Letônia? 3. Qual seria o gentílico da Semigália, ou Semigola, antiga região da Letônia? Quanto à forma do topônimo: qual das duas acima elencadas seria a melhor? 4. Qual seria o gentílico de Vidzeme, antiga região da Letônia?
O e em dois versos de Sophia de Mello Breyner
Estou a estudar Sophia de Mello Breyner e aparece-me a seguinte pergunta em relação a dois pares de versos. «Porque os outros se compram e se vendem/ E os seus gestos são sempre dividendo.» «Porque os outros vão à sombra dos abrigos/ E tu vais de mãos dadas com os perigos.» A pergunta que é a seguinte: Qual a razão de a conjunção "e" não ter o mesmo valor nos dois pares de versos citados? Quem me puder ajudar, agradecia.
O uso do verbo indemnizar
A frase «os danos devem ser indemnizados» é válida? Deparei-me com ela recentemente e causou-me estranheza, porque penso que quem é indemnizado é "alguém", relativamente a esses danos... e não os próprios danos. Já agora, reparei que o acordo ortográfico manteve o m no verbo indemnizar, embora, penso eu, quase toda a gente, mesmo em Portugal, diga "indenizar", "indenização"... Alguma razão para não termos adotado a grafia brasileira neste caso?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa