«Muitos sadhuis nunca mais voltarão de onde vieram»
Li numa revista a frase seguinte: «Muitos sadhuis (ascetas indianos) nunca mais voltarão de onde vieram.» Está correcta?
O significado de zevro
Desejava que dissessem qual o significado da expressão «zevra». Grata pela atenção dispensada.
Subsumir
1 - Existe este verbo na língua portuguesa? 2 - Caso afirmativo, qual o sentido exacto?
O pronome átono nos com função apassivante
A propósito da resposta muito gentilmente dada pela professora Maria João Matos, gostaria de saber ainda se, no caso da frase «Ele se operou ao apêndice», em que se considerou o pronome se como passivo, houver uma troca de pronome pessoal para, por exemplo, «Nós nos operamos ao apêndice», esse nos também deve ser classificado como nos passivo. A classificação sintática seria, então: nos, pronome apassivador?
Como traduzir “smoking policy”?
Gostava de saber como designar a política de uma empresa que decida ter normas em relação ao acto de fumar dentro da empresa. Poderá dizer-se política de fumo ou será melhor dizer política tabagista? Será que já está a ser utilizada outra terminologia no mundo do trabalho?
Talvez por esta política estar ainda pouco em voga em Portugal nenhuma das opções acima me soa bem, no entanto "smoking policy" é já uma realidade em muitos países.
Obrigada pela ajuda.
Rapariga
Em primeiro lugar, o meu muito obrigado pela vossa iniciativa. Prometo ser um assíduo consulente da vossa secção de dúvidas. A questão é: porque é que o feminino de "rapaz" é "rapariga"? De onde provém o "g"? Em galego é mais simples: diz-se "rapaza"!
«Ao Filho, Deus deu todo o poder»
Gostaria que me dissessem qual vos parece ser a forma mais correcta de registar a análise sintáctica da frase «Ao Filho, Deus deu todo o poder». – primeira forma: Complemento indirecto – ao Filho Sujeito – Deus Predicado – deu todo o poder Complemento directo – todo o poder – segunda forma: Sujeito – Deus Predicado – ao Filho (.) deu todo o poder Complemento indirecto – ao Filho Complemento directo – todo o poder Creio que é a segunda, atendendo a que o complemento indirecto faz parte do predicado, embora na frase em apreço esteja deslocado. Porém, outra dúvida surge numa frase como: Brados de alarme atroaram, de repente, todo o palácio. Como deve ser registada a análise sintáctica: – desta forma? Sujeito – Brados de alarme Complemento determinativo – de alarme Predicado – atroaram, de repente, todo o palácio Complemento circunstancial de modo – de repente Complemento directo – todo o palácio – ou desta? Sujeito – Brados de alarme Complemento determinativo – de alarme Predicado – atroaram (.) todo o palácio Complemento directo – todo o palácio Complemento circunstancial de modo – de repente Aqui, diria que a primeira é a mais correcta. Mas a locução adverbial de repente é móvel, o que significa que, por natureza, digamos assim, não faz parte do predicado. Poderemos considerar que pelo facto de estar entre o verbo e o complemento directo o complemento circunstancial deve ser incluído no predicado? Agradeço a atenção e aproveito para louvar o vosso trabalho.
Os advogados e o novo Acordo Ortográfico
Gostava muito de perceber se nós (advogados) temos de escrever de acordo com o novo acordo ortográfico, ou se temos a escolha de utilizar o antigo... Por exemplo, querendo mandar um e-mail a alguém importante?
Krutchov
"Nikita Cruchov", ou "Krutchov", ou "Krutchev"?
Obrigado.
«Quem (te/nos/vos/lhes) dera» + infinitivo
Sou estudante de português como língua estrangeira.
Tenho uma dúvida sobre a estrutura : quem me/te/lhe/nos/vos/lhes dera + infinitivo.
Qual das seguintes formas é correta :
«Quem te dera viveres numa mansão.» (infinitivo pessoal) «Quem lhes dera viverem numa mansão.» (infinitivo pessoal)
Ou
«Quem te dera viver numa mansão.» (infinitivo impessoal) «Quem lhes dera viver numa mansão.» (infinitivo impessoal)
Pode-se utilizar a forma «Quem ... dera» com todas as pessoas, por exemplo com a forma nos?
Obrigado pela sua resposta.
