do livro Cebola Crua com Sal e Broa, de Miguel Sousa Tavares
O uso do pronome o numa frase
do livro Cebola Crua com Sal e Broa, de Miguel Sousa Tavares
do livro Cebola Crua com Sal e Broa, de Miguel Sousa Tavares
Comprei o livro Cebola Crua com Sal e Broa de Miguel Sousa Tavares. Na página 53 encontrei as frases seguintes:
«A liberdade foi, de facto, a minha grande escola de vida. Comecei a aprendê-lo por mim mesmo, nos Jesuítas e contra eles, como já contei. E, simultaneamente, aprendi-o em casa dos meus pais e com os meus pais.»
[...] o autor fez um erro em escrever «comecei a aprendê-lo (a liberdade) e aprendi-o (a liberdade) em casa dos meus pais...», ou existe outro motivo para utilizar a forma masculina?
Obrigado.
A delimitação da apóstrofe
Desejava esclarecer uma dúvida sobre a apóstrofe, recurso expressivo.
Sabemos «que consiste na interrupção do discurso para invocar, através do vocativo, alguém ou algo a que se se atribuem características de pessoa» (in Dicionário Breve de Termos Literários, de Olegário Paz e António Moniz), ou «RETÓRICA – recurso estilístico que consiste numa interpelação, geralmente exclamativa, a algo (normalmente personificado) ou alguém (usualmente ausente), por norma realizada através da utilização do vocativo e do discurso direto e destinada a conferir vivacidade e/ou realismo ao discurso» (apóstrofe, Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa).
A dúvida é a seguinte:
– Na estância 133, do Canto III, d’Os Lusíadas, a apóstrofe está apenas no vocativo, «ó sol», ou no conjunto dos versos 1 a 4 da mesma estância? O mesmo se dirá da apóstrofe aos «côncavos vales» – a apóstrofe está apenas no vocativo, «ó côncavos vales», ou no conjunto dos versos 5 a 8 da referida estância?
De acordo com a primeira definição, sim, o recurso está apenas no vocativo. Porém, a interpelação ao «sol» ou aos «côncavos vales» está presente no conjunto dos versos que indico.
Antecipadamente, grata pela atenção.
A regência do verbo assestar
Agradecendo uma vez mais o vosso incansável e meritório trabalho, pergunto se se deve escrever «assestar a luz na cara» ou «assestar a luz para a cara». Isto porque o verbo assestar pode significar apontar (apontar para...), mas a primeira expressão ouve-se com mais frequência. É um erro? Muito obrigado.
O diminutivo de resposta
Qual o diminutivo, se existir, de «resposta»? Será «respostinha», «respostainha» ou «respostazinha»? Obrigado.
A tradução do anglicismo thumbnail
Gostaria de obter uma sugestão para a melhor tradução da palavra thumbnail, muito utilizada para nomear as versões reduzidas numa galeria de imagens. Já pesquisei várias páginas e não encontrei nenhuma onde tivesse sido adoptada uma tradução, sendo sempre utilizada a expressão inglesa. Julgo que a palavra amostra seria a mais correcta, mas tenho dúvidas.
Obrigado.
Margarida
Gostaria de saber o significado e origem do nome Margarida.
O adjetivo formulaico
Ouvi a palavra "formulaico" e gostaria de saber se é um neologismo que podemos utilizar, ou se devemos adoptar uma palavra equivalente.
Apesar de não ter encontrado em nenhum dicionário físico, a palavra está contemplada no sítio web da priberam.
Muito obrigada!
Litoral e litóreo
Gostaria de saber se litoreu é litoral em latim. Encontrei esta palavra em sites brasileiros, mas não consigo confirmar se é realmente assim. Se não, gostaria de saber se existe em latim alguma palavra da qual derivou litoral.
Obrigado pela atenção.
Aportuguesamento de topónimos espanhóis
Gostaria de saber se se traduzem para português os nomes das seguintes províncias espanholas: "Pais Vasco", "La Rioja" e "Castilla-La Mancha".
Muito obrigada.
Fábula
Gostaria de saber, no âmbito da literatura, o conceito de fábula.
