Pontual
Gostaria de saber o termo que utilizaria para referir-me a algo que tem a forma de um ponto. Já me deparei com a palavra puntual, mas creio que não existe.
Obrigada.
«Compasso de espera»
Qual é a origem da expressão «compasso de espera»? Terá algo a ver com o compasso pascal?
Obrigado.
Uma boa gramática para uma aluna do 9.º ano (Portugal)
Será que podem indicar uma boa gramática para uma aluna do 9.º ano? Obrigada.
Mandarina, feminino de mandarim
Gostaria de saber se existe o termo mandarina como feminino de mandarim.
Obrigado.
Obter consenso
Existe a forma verbal para o substantivo consenso?
Aqui, no Brasil, tenho ouvido, com freqüência, as formas consensar e consensuar.
Obrigado.
Análise sintáctica de expressão introduzida por consoante
De acordo com a TLEBS, na frase «O medicamento deve ser tomado consoante a idade do paciente», o segmento «consoante a idade do paciente» será um complemento preposicional?
Passiva adjetival
No manual de 11.º ano, Caminhos, surge a seguinte questão - que ainda por cima está integrada num teste com a estrutura do exame e em que quase todas as questões são extraídas de exames nacionais: «A forma verbal "estão expostos" encontra-se no: a) presente do modo indicativo. b) pretérito perfeito composto do modo indicativo. c) pretérito-mais-que-perfeito composto do modo indicativo. d) pretérito perfeito composto do modo conjuntivo.» A solução dada como correta é a b), o que considero errado.Gostaria de esclarecimentos, por favor.
«Baptizado de XPTO»
Gostaria de saber qual a forma mais correcta de escrever a expressão «baptizado (qualquer coisa)». Se quiser dizer que um aparelho se chama XPTO, devo dizer «baptizado XPTO», «baptizado como XPTO» ou «baptizado de XPTO»?
«Mandar buscar» e «mandar construir» na voz passiva
Com vista à corroboração da conformidade de frases passivas que integrem o verbo mandar com a norma-padrão, proponho a análise sintática de um período de um romance coetâneo, As Viúvas de Dom Rufia, de Carlos de Campaniço: «Uma cadeira foi mandada buscar para a prima Joaquina, (...)».
Por norma, quase todos os verbos transitivos diretos permitem uma formulação ativa e passiva. Contudo, estou em crer que, a despeito da elaboração romanesca, estejamos, provavelmente, perante uma inapropriada identificação, ensaiada pelo narrador, do complemento direto, como se este correspondesse a «cadeira», no lugar de uma oração subordinada substantiva completiva não finita, conforme pode ser ilustrado por uma construção ativa da mesma frase «Ela mandou ir buscar uma cadeira», em que «ir buscar uma cadeira» desempenha a função sintática de complemento direto, podendo ser substituído por isso ou, eventualmente, permutada por uma conjunção subordinativa completiva, procedendo-se, então, às alterações necessárias. Não obstante, não tenho a certeza de que estas cogitações da minha parte sejam completamente consentâneas, pelo que peço o vosso parecer.
Obrigado.
Quilómetro e quilolitro
Que razões, critérios ou causas fundamentam o facto de dizermos e escrevermos quilómetro e quilolitro, mas não quilólitro; hectómetro e hectolitro, mas não hectólitro; e por aí fora. A questão não é estritamente académica porque parece haver algum desnorte relativamente a algumas designações de unidades (submúltiplos): nanometros ou nanómetros; micrometros ou micrómetros?
