Em "O Leopolldo" / n
Existe um restaurante em São Paulo de nome "O Leopolldo". Minha dúvida é se devo dizer «A festa é no "O Leopolldo"» ou «A festa é em "O Leopolldo"», pelo fato de o nome próprio incluir o artigo definido.
Concertinista (II)
Embora a palalavra "concertionista" não exista no vocabulário português, na minha muito modesta opinião, penso que a mesma deve ser usada quando se referir a um tocador de concertina.
Ao logo do tempo têm sido introduzidas outras palavras que não existiam mas que correspondem a uma designação correta. Ora, se um tocador de acordeão é designado acordeonista, um tocar de concertina também deve ser um "concertionista" ou "concertinista".
Obrigado.
O verbo coçar
O verbo coçar pode ser usado com o sentido de «fazer comichar», como no seguinte exemplo»?
«Urticária – caracterizada por placas avermelhadas com relevo na pele, que coçam muito.»
Obrigada.
Confiança vs. fé
Gostaria de saber se as palavras confiança e fé podem ser sinónimos.
Qual o significado e origem de ambas, qual a etimologia das palavras?
Obrigada.
Aziago = azarento
Qual é a diferença entre aziago e azarento?
A sintaxe de refrescar
O verbo refrescar exige conjugação reflexa? Quando nos é pedido para conjugarmos este verbo, temos obrigatoriamente de o fazer? Não se pode dizer «eu refresco, tu refrescas...»? Tem de se dizer «eu refresco-me, tu refrescas-te...»?
Deixo um agradecimento sincero por todo o vosso trabalho neste sítio e um outro antecipado pelo esclarecimento da minha dúvida!
Termo intercalado e sujeito duplicado
Há sujeito duplicado em b) e termo intercalado em a)?
a) «O sol, esse sim, batia impiedoso.» [Termos intercalados (esse sim)];
b) «O sol, esse, sim, batia impiedoso [...].» [Sujeito duplicado (esse) com ênfase no advérbio]
Agradecido.
Não à "incomplementaridade"
Existe a palavra de negação "incomplementaridade"?
A grafia de Lousal (Grândola, Portugal)
"Louzal" [em Grândola] escreveu-se durante a primeira metade do século XX com Z. A partir de 1946/1947 passou-se a escrever com S. Qual é a razão da mudança da ortografia. Qual é hoje a forma correcta de escrever, ou admite-se as duas notações?
Construção perifrástica, futuro e probabilidade
Li, num livro, que o futuro normalmente está ligado a uma suposição e não a uma certeza, estando associado, por conseguinte, a uma probabilidade. Porém, o futuro não pode ser utilizado para expressar certeza?
Consideremos o seguinte enunciado: (I) Ele irá conseguir. Neste caso, (I) expressa uma certeza ou uma suposição?
E, agora, consideremos um enunciado semelhante: (II) Ele vai conseguir. Em (II), expressa certeza ou suposição?
O que me responderam foi que o (I) expressa suposição e o (II) certeza, devido ao tempo utilizado. Porém, em (II), o presente não adquire valor de futuro?
Agradeço a vossa preciosa ajuda para decifrar os mistérios da nossa tão vetusta e opulenta língua.
