A origem da expressão «ir de vento em popa»
Qual a origem da expressão «vai de vento em popa», quando se pretende transmitir que está tudo bem? Obrigado.
O valor semântico de enquanto
A conjunção enquanto apresenta valor semântico de tempo e de proporção, mas em alguns contextos, mesmo que façamos a substituição por outra conjunção ou locução conjuntiva correspondente a esses valores, não é possível desfazer a ambiguidade. Ex.: «Enquanto o professor escrevia, os alunos conversavam.» Como resolver então essa questão? Há um meio de desfazer a ambiguidade, ou devemos considerar as duas respostas como possíveis e corretas?
Fonética: "e" e "o" abertos
Há uma listagem das palavras com "e" aberto e "o" aberto?
A diferença entre rir e sorrir
Gostaria de saber se existe — deve existir certamente — alguma diferença entre sorrir (do verbo latino subrideo) e rir (do verbo latino rideo).
Obrigado pela vossa explicação.
A pontuação depois do parêntese
Quando uma frase acaba com ) ou " a pontuação deve ficar dentro ou fora dos parênteses ou das aspas?
Aquando
Quais as situações em que se deverá utilizar as palavras "quando" e "aquando"?
A origem da expressão «de pequenino é que se torce o pepino»
Qual a origem da expressão «de pequenino é que se torce o pepino»?
A expressão «salvo engano»
Gostaria de perguntar se há diferenças de sentido entre a expressão «salvo engano» e «se não me engano», no caso de uma ser substituída pela outra. Exemplos:
«Salvo engano, o presidente tomará posse em breve.»
«Se não me engano, o presidente tomará posse em breve.»
Agradeço desde já a ajuda prestada pelos competentíssimos professores!
Braçadeira e abraçadeira
Gostaria de saber qual é a diferença entre braçadeira e abraçadeira.
Braçadeira, no sentido que prende na parede para segurar um tubo... ou uma abraçadeira???
As duas palavras resultam na mesma coisa? Ou ambas têm o mesmo sentido???
Uma seria para o braço?
A outra que abraça?
Perda = perca
Tenho uma dúvida no que diz respeito ao uso de perda e perca. A resposta fornecida por esta página diz que ambas as formas são corretas, sendo a segunda popular, mas corretíssima. No entanto, aprendi que perda é um substantivo e perca é uma forma conjugada do verbo perder. Foi enfaticamente frisado que é um erro muito grosseiro usá-las fora destas funções. Por exemplo, correto é dizer «Isto é uma perda de tempo», mas jamais deve ser dito, «Isto é uma perca de tempo». Outro exemplo, diz-se: «Perca o medo dos desafios» e não «Perda o medo dos desafios».
Gostaria de saber o porquê dessas diferenças. Aprendi a forma incorreta? Ou, neste caso, há diferenças entre Brasil e Portugal? Ou, ainda, há controvérsias sobre o tema?
