Divisão silábica de palavras com encontros vocálicos finais
I Como se efectua a divisão silábica da palavra "gasóleo"? É uma palavra grave ou esdrúxula? É que vi numa gramática a possbilidade de ser uma palvra grave, considerando que o "eo" terminal é um ditongo crescente. Obrigada. Sílvia Ferreira Professora Torres Vedras Portugal II A minha dúvida: as palavras "meia”, “dia”, “havia”, “macia”, “frio”, “história" em termos de translineação dividem-se como? E se, por exemplo, a palavra "macia" se dividir assim: “ma-ci-a”, o ditongo "ia" é mesmo um ditongo ou como se se separa já não é considerado ditongo? Obrigada pela atenção. Maria Nobre Portugal
A identificação de uma frase nominal
Me deparei com a seguinte questão:
Assinale a única opção que apresenta uma frase nominal:
a) Ai, minha cabeça dói!
b) Dor de cabeça!
c) Ai, que dor de cabeça!
d) Ai, está doendo minha cabeça!
e) Finalmente minha cabeça parou de doer.
Gabarito: Letra b.
Bem, segundo o que eu entendo, uma frase, em primeiro lugar, tem de ter sentido completo, com ou sem verbo, ou seja, para ser frase basta atingir seu objetivo que é de estabelecer comunicação. Portanto, dependendo do contexto, uma única palavra poderá ser classificada ou não como frase.
Frase nominal é aquela que possui sentido completo, mas não possui verbo.Voltando à questão, eu descartaria de cara as opções A, D e E porque, além de serem frases, são também orações, ou seja, possuem pelo menos um verbo em sua construção.
Nas opções B e C não há um verbo, salvo se tiver algum elíptico que eu não esteja percebendo. Como a questão não apresenta um texto básico para que o candidato tenha uma ideia do contexto onde essas frases foram produzidas, eu marquei a letra C. Para minha surpresa, o gabarito foi a letra B. Não entendi!
Quando comparada as duas construções «Dor de cabeça!» e «Ai, que dor de cabeça!» e levando-se em consideração que não tenho um contexto para essas construções, entendo que não posso dizer que «Dor de cabeça» tenha sentido completo, pois pode ser que eu esteja vendo uma pessoa sofrendo com dor de cabeça e afirme isso para uma outra pessoa que esteja a meu lado ou posso eu responder a uma pessoa que estou com dor de cabeça, mas aqui eu precisaria de um contexto para dar sentido a essa construção «Dor de cabeça!».
Por outro lado, a construção «Ai, que dor de cabeça!» me parece de fato uma frase nominal. Um falante quando a expressa não há dúvidas para o seu interlocutor quem está sentindo dor de cabeça. Seria aqui o caso de ser uma oração, pois a locução verbal, «estou sentindo», estaria subentendida («Ai, que dor de cabeça estou sentindo!»)?
Poderiam me ajudar a esclarecer?
Sobre a expressão «atender a demanda»
Sempre me questiono sobre o uso da crase na expressão «atender a demanda». Esse a deve ser com ou sem crase?
Quanto à regência do verbo atender, quando se refere a solicitações, pedidos, sugestões, intimações etc., é verbo transitivo indireto, e no sentido de atendimento a pessoas, cidade, região, verbo transitivo direto. Já me disseram que o uso ou não da crase nessa expressão está correto, mas sempre fico na dúvida, se demanda se refere a quantidade ou procura, como, por exemplo, em frases do tipo «a cidade não consegue atender a/à demanda», «o posto de saúde não atende a/à demanda da região», «a empresa não atende à/a demanda de serviços», entre muitas outras.
Ficarei imensamente grata pela explicação sobre essa "expressão".
A origem da expressão «laurear a pevide»
Qual a origem da expressão «laurear a pevide»?
Pedir desculpa ou pedir desculpas
«Peço imensa desculpa» ou «peço imensas desculpas»?
A origem da expressão «estar na berlinda»
Em português, temos a expressão «estar na berlinda» com sentido de «ser objeto de comentários, atenção ou curiosidade» ou «ver-se em evidência embaraçosa, por motivo não lisonjeiro», conforme Houaiss (2009). Mas não consigo explicar para meus alunos a origem da extensão de sentido metafórico dado a esta expressão. Vocês poderiam me ajudar?
Bom-dia
Quando cumprimentamos alguém na escrita com «bom dia», «boa tarde» ou «boa noite», devemos colocar ponto de exclamação após essas expressões?
Exemplo: Bom dia! No caso a seguir, qual a forma correta?
a) Bom dia! meu caro amigo. b) Bom dia, meu caro amigo! c) Bom dia, meu caro amigo.
Valores aspetuais imperfetivo, habitual e iterativo
Por vezes, tenho dificuldades em distinguir o valor aspetual imperfetivo, habitual e iterativo. Se me puderem ajudar, agradeço imenso. Assim, na expressão «Eles iam todos os dias ao cinema», o valor é habitual ou iterativo? E na frase «Quando era jovem, lia livros de aventuras», o valor é habitual ou imperfetivo?
Muito obrigada.
Estão melhor/melhores
Qual das duas frases seguintes está correcta: "Os teus irmãos estão muito melhor" ou "Os meus irmãos estão muito melhores"?
A onomatopeia de gargalhada
Como se deve grafar correctamente a onomatopeia da gargalhada?
São vários os exemplos que se encontram: "Ah!Ah!Ah!", "Ahahah!", "Hahaha!"
Há alguma norma ortográfica, ou é indiferente a ortografia, desde que reproduza sensivelmente o som que se pretende evocar?
Muito obrigada.
