As sílabas da palavra história
Gostaria de saber ao certo e principalmente para explicar para os meus alunos, como é que se separa as sílabas da palavra história. Em alguns livros consta que se separa assim: his-tó-ri-a, ou seja, proparoxítona; em outros his-tó-ria, paroxítona. Eu sempre soube que pudesse separar como o 2° exemplo. Gostaria de uma explicação mais detalhada.
Acentuação de é e és
Gostaria de saber o porquê de as formas verbais é e és serem acentuadas. Em qual regra estão enquadradas?
A gramaticalidade de «o quanto» e «o quão»
Sei que há uma publicação sobre este tema no vosso site, pelo que escusam de me reencaminhar para lá. O problema de se verem muitos erros escritos é que, com o tempo, começamos a duvidar. Agora com este frequente: «o quão». Sempre escrevi [...] quão sem artigo definido antecedente. Mas tenho visto, inclusive em professores de Português, a expressão «o quão»! Sempre aprendi que quão substituía «o quanto» no sentido de perguntar ou afirmar «como», «de que modo», «a que ponto».
Quão errado estou!?
Obrigado pela ajuda.
Os diferentes modificadores
Como posso distinguir os vários tipos de modificador?
Obrigada
A forma por extenso de 2000.º (e de outros ordinais)
Gostaria de saber como escrevem por extenso os seguintes números ordinais: 200.º, 300.º, 400.º, 500.º, 600.º, 700.º, 800.º, 900.º e 2000.º.
Aproveito a oportunidade para vos felicitar pelo excelente trabalho.
Obrigado.
«Bom dia, Maria.», «Bom dia, Maria!»...
No início de uma correspondência, escrevo frequentemente, por exemplo, «Bom-dia, Maria,», sem ponto de esclamação no final, pretendendo com isso dizer «O meu bom-dia, Maria,».
Posso continuar a escrever assim ou tenho de passar a escrever «Bom dia, Maria!», sem hífen e com ponto de esclamação no final, o que significa «saudar a Maria desejando-lhe um dia bom»?
Sinonímia/antonímia
Por favor, gostaria de informações sobre sinonímia e antonímia... Talvez para um aprofundamento particular, vocês pudessem me dizer pelo menos a que classe gramatical pertencem...
O uso de caro/a
Será que a expressão Caro/a que hoje é frequentemente usada em e-mails formais entre serviços/lojas e os respectivos clientes é adequada e correcta?
Aprendi que essa expressão era usada apenas entre pessoas que se conhecem e em que há algum grau de proximidade.
Gostaria de ser esclarecida sobre este tema.
Desde já o meu muito obrigada.
A fórmula «estimo as melhoras»
Diz-se «Estimas melhoras», ou «Estimadas melhoras»?
Obrigada pela atenção.
Palavras simples e complexas
Numa resposta a uma consulente, a propósito da distinção entre palavra simples e palavra complexa, o dr. Carlos Rocha considera que palavras formadas com sufixos de flexão, que marcam o grau aumentativo ou diminutivo, associados a uma forma de base ou radical, são consideradas complexas. Contudo, num recurso de apoio a um manual de Português do 7.º ano, essa questão não é clara. Os autores consideram que as palavras: casinha, altíssimo, dedão e giraça são simples e as palavras: casebre, caixote e caloraça são complexas.
Podem esclarecer-me?
