DÚVIDAS

Ainda o uso do plural majestático
No uso do plural majestático, numa resposta datada de 2003 sobre este tema, responderam que «quaisquer adjectivos ou particípios referentes ao sujeito devem concordar com este de acordo com o seu género e número naturais e não segundo o número gramatical do sujeito». A minha dúvida diz respeito aos grupos que de alguma forma estejam também relacionados com o sujeito: num determinado texto, por exemplo, se nos quisermos referir aos filhos ou pais ou outra qualquer filiação, deve-se escrever «os nossos filhos», «os nossos tios» etc., ou o pronome mantém-se no singular? E quem diz os pronomes diz qualquer outra noção ou coisa respeitante ao sujeito? Obrigado e parabéns por este sítio maravilhoso.
As sílabas do nome próprio David
O nome próprio David tem quantas sílabas? Penso que são duas por não ter vogal no fim, não é? É correcto utilizar o termo estória em português europeu? O que eu penso é que uma história para crianças deve escrever-se desta maneira, enquanto estória só deve ser escrita quando não se refere a produção literária mas sim a factos narrados não ficcionais. Ex.: «Essa estoria está muito mal contada.» Estou certa ou errada? Poderão esclarecer-me?
Acerca de um sujeito com a expressão «et alii» (bibliografia)
O meu nome é João Silva e sou mestrando de Tradução. No seguimento de uma tradução, surgiu a dúvida se um sujeito com a referência «et al» poderia ou não ser utilizado no plural (em termos de verbo). Simplificando, em inglês, diz-se, «Klark et al do», em alemão «Kallimäki et al machen», mas em português a dúvida permaneceu. Deste modo gostaria de saber se emprego o verbo no plural ou singular (o meu instinto sugere-me plural, mas não encontro fontes para sustentar o facto). Obrigado.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa