em «seu preguiçoso» Pergunta: Como classificar seu na expressão «seu preguiçoso»?Resposta: É um determinante possessivo, incluído numa construção típica do português, conforme aponta Paul Teyssier em Manual de Língua Portuguesa (Coimbra Editora, 1989, p. 135): «Seu (que teve origem em "senhor") emprega-se nas injúrias, p. ex.: Seu malandro! [...]»...
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A classificação de seu
em «seu preguiçoso» Pergunta: Como classificar seu na expressão «seu preguiçoso»?Resposta: É um determinante possessivo, incluído numa construção típica do português, conforme aponta Paul Teyssier em Manual de Língua Portuguesa (Coimbra Editora, 1989, p. 135): «Seu (que teve origem em "senhor") emprega-se nas injúrias, p. ex.: Seu malandro! [...]»...
em «seu preguiçoso» Pergunta: Como classificar seu na expressão «seu preguiçoso»?Resposta: É um determinante possessivo, incluído numa construção típica do português, conforme aponta Paul Teyssier em Manual de Língua Portuguesa (Coimbra Editora, 1989, p. 135): «Seu (que teve origem em "senhor") emprega-se nas injúrias, p. ex.: Seu malandro! [...]»...
Consoante implosiva e consoante palatal
Pergunta: Ao estudar umas questões sobre a gramática portuguesa deparei-me com a seguinte frase: «(...) em final de sílaba, o [s] implosivo torna-se palatal (...).»
Podem esclarecer-me qual é a diferença entre uma consoante implosiva e uma consoante palatal?
Obrigada e continuem o excelente trabalho.Resposta: Não é que as duas classificações (consoante implosiva e consoante palatal) se oponham. O que se passa é que o conceito de consoante implosiva tem que ver com o contexto de produção da consoante (no...
Quispo, gilete e os seus epónimos
Pergunta: Quanto à formação, como devo classificar as palavras quispo ("kispo") ou "gillette". Poderão ser consideradas epónimos?Resposta: No contexto da descrição gramatical portuguesa – pelo menos, nas últimas três décadas –, considera-se que são casos de derivação imprópria (ver Celso Cunha e Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo, 1984, p. 10) ou de conversão (cf. Margarita Correia e Lúcia San Payo de Lemos, Inovação Lexical em Português, Edições...
A classe de novo em «nada de novo»
Pergunta: Solicito a vossa preciosa colaboração no sentido de esclarecer a seguinte dúvida: na frase «não há nada de novo na história», a que classe de palavras pertence a palavra novo?
Obrigada pela colaboração.Resposta: Trata-se de um adjetivo numa construção que é semelhante a «algo de novo», conforme explica o Dicionário Houaiss: «por ter natureza de substantivo, o pronome algo nunca é usado junto de outro substantivo, podendo ser precedido de demonstrativo, e seguido de...
Coliponense, o gentílico de Leiria
Pergunta: Porquê coliponense como gentílico para Leiria?Resposta: Crê-se que, na região de Leiria, se encontrava a cidade pré-romana e romana de Colipo. O gentílico de Leiria – que também pode ser leiriense – deriva desse antigo nome (ou, melhor, da forma colipon-: coliponense)....
