DÚVIDAS

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Textos publicados pelo autor

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Consoante implosiva e consoante palatal

Pergunta: Ao estudar umas questões sobre a gramática portuguesa deparei-me com a seguinte frase: «(...) em final de sílaba, o [s] implosivo torna-se palatal (...).» Podem esclarecer-me qual é a diferença entre uma consoante implosiva e uma consoante palatal? Obrigada e continuem o excelente trabalho.Resposta: Não é que as duas classificações (consoante implosiva e consoante palatal) se oponham. O que se passa é que o conceito de consoante implosiva tem que ver com o contexto de produção da consoante (no...

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Quispo, gilete e os seus epónimos

Pergunta: Quanto à formação, como devo classificar as palavras quispo ("kispo") ou "gillette". Poderão ser consideradas epónimos?Resposta: No contexto da descrição gramatical portuguesa – pelo menos, nas últimas três décadas –, considera-se que são casos de derivação imprópria (ver Celso Cunha e Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo, 1984, p. 10) ou de conversão (cf. Margarita Correia e Lúcia San Payo de Lemos, Inovação Lexical em Português, Edições...

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A classe de novo em «nada de novo»

Pergunta: Solicito a vossa preciosa colaboração no sentido de esclarecer a seguinte dúvida: na frase «não há nada de novo na história», a que classe de palavras pertence a palavra novo? Obrigada pela colaboração.Resposta: Trata-se de um adjetivo numa construção que é semelhante a «algo de novo», conforme explica o Dicionário Houaiss: «por ter natureza de substantivo, o pronome algo nunca é usado junto de outro substantivo, podendo ser precedido de demonstrativo, e seguido de...
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