DÚVIDAS

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Textos publicados pela autora

Livro

Ruas e Gentes na Lisboa Quinhentista

Esta obra, da autoria do historiador António Borges Coelho e editada sob a chancela da editora Caminho, apresenta-se como uma síntese da dinâmica da vida diária da cidade de Lisboa no século XVI, século em que se exploravam os oceanos do mundo.  Ruas e Gentes na Lisboa Quinhentista divide-se em quatro grandes secções intituladas «A cidade e o rio», «População e riqueza», «O Rossio e a Ribeira» e «Nomes de Ruas e de Gente». São verdadeiros capítulos, através dos quais o autor traça um retrato das pessoas...

Consultório

O significado de parafraseável

Pergunta: Na faculdade daqui usa-se muito a palavra parafraseável. Gostaria de saber se essa palavra existe. Cumprimentos cordiais desde o Brasil.Resposta: Tanto o Portal da Língua Portuguesa como o Dicionário Michaelis atestam parafraseável, adjetivo de duplo género, que tem como significado «que se pode parafrasear». Este adjetivo é formado por derivação sufixal: ao verbo parafrasear agrega-se o...

Consultório

A expressão «perder a tramontana»

Pergunta: Pode dizer-se «perder a "transmontana"» em vez de «perder a tramontana»? A dúvida surgiu-me por ter encontrado a expressão explicada no site proz.com. Apesar de eu considerar erro e de apenas encontrar nos dicionários portugueses a expressão «perder a tramontana», gostaria de uma opinião vossa. Obrigada Resposta: O dicionários atestam o substantivo tramontana utilizada em sentido figurado na expressão «perder a tramontana», que significa geralmente «perder o...

Consultório

As expressões «matar dois coelhos de uma cajadada» e «pano para mangas»

Pergunta: Estou escrevendo um romance de época que se passa em 1930. As expressões «matar dois coelhos de uma só cajadada» e «panos pras mangas» existiam nessa época?Resposta: Ao que tudo indica as expressões idiomáticas são anteriores aos anos 30 do século passado. No Corpus do Português de Mark Davies, encontramos: (1) «Com este almoço dois coelhos mato de uma só cacheirada1» [em O Badejo (1898), de Artur Azevedo, escritor brasileiro]; (2) «E matamos assim, querido anjo,...
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