A locução adverbial «de rojo»
Diz-se «levar a rojo» ou «levar de rojo»?
Obrigada desde já!
Deleção
Escreve-se "deleção", ou "delecção"?
A frase «conhece-te a ti mesmo»
O «conhece-te a ti mesmo» está correto e não implica em redundância, certo?
Obrigado.
O anglicismo outlier
Qual será a tradução apropriada para o termo inglês outlier?
O sujeito da frase «Neste coração cabe de tudo»
Qual o sujeito da frase «Neste coração cabe de tudo»? Gostaria, além da classificação, de uma justificativa.
Muito agradecido! Admiro muito a sabedoria de vocês.
Clamídia
O que é a clamydia?
Sou estudante e gostaria de saber o que é a clamydia?
As maiúsculas iniciais de «Muro de Ferro» e «Cortina de Ferro»
Julgo que «Muro de Ferro» se escreve com iniciais maiúsculas. E «C/cortina de F/ferro»?
A dúvida surge-me porque é um conceito que envolve barreiras físicas, mas não palpáveis, digamos assim, a não ser em casos específicos, como o dito Muro de Berlim.
Eu apostaria nas maiúsculas, mas acho mais seguro pedir a vossa opinião.
Saudações.
Complemento do nome: «um fado da Amália»
Em «um fado da Amália», «da Amália» é complemento oblíquo?
Tenha aparecido / interessassem
A minha dúvida trata-se da aparência do conjuntivo em orações subordinadas depois de um verbo principal seguido pelo advérbio "apenas" (na acepção de "somente"). Não entendo porque o modo conjuntivo é admissível em alguns exemplos, como nos que seguem: 1. [Auto do frade por João Cabral de Melo Neto] Noto apenas é que o juiz, que na execução capital é mais importante que o réu, é até sua figura central, não tenha aparecido aqui.... 2. [O meu exemplo] Ele apenas lia coisas que lhe interessassem mesmo. No primeiro exemplo, eu tivesse escrito "apareceu" em vez de "tenha aparecido". No segundo exemplo, seria admissível escrever "que lhe interessaram mesmo"?
Função sintáctica do pronome átono
Sou professora de LP do ensino médio, e surgiu-me uma dúvida acerca da função sintática do pronome átono nas orações que introduzem as infinitivo-latinas. Alguns autores ( poucos) classificam o pronome, por exemplo, "Deixaram-me sair", como exercendo dupla função sintática, a de sujeito da segunda e objeto da primeira, e eu acho um conceito lógico, uma vez que os oblíquos funcionam geralmente como objetos. Sobretudo, quando sabemos que os verbos acusativos e sensitivos são TD, é que o conceito ganha mais logicidade. Eu gostaria de saber se constitui erro essa dupla classificação, uma vez que colegas meus teimam em discordar. Alguns autores destacam muito bem essa dupla classificação: Faraco e Moura, Florianete e Margareth, Napoleão Mendes, e Dirceu Rabelo, os demais, em sua maioria, relevam sobretudo o contrário: o pronome só possui função subjetiva da segunda oração e não objetiva da primeira. O que eu discordo.
E vocês? O que acham?
