e do futuro perfeito do conjuntivo
Futuro do conjuntivo
e do futuro perfeito do conjuntivo
e do futuro perfeito do conjuntivo
Gostaria de solicitar uma explicação em relação aos casos do futuro do conjuntivo e do futuro perfeito do conjuntivo, mais precisamente em que casos usamos um e outro.
No caso seguinte, parece-me que estão os dois corretos:
«Quando tiverem comprado as bicicletas, podemos dar um passeio.»
«Quando comprarem as bicicletas, podemos dar um passeio.»
Obrigada desde já.
Folioscópio e «cinema de bolso»
Gostaria de saber se, em Portugal, a expressão «cinema de bolso» é sinónimo de folioscópio.
Muito obrigado.
Valor aspetual de vir + gerúndio
Gostaria de saber qual o valor aspetual da expressão «para um leitor que venha acompanhando a obra desde os seus primórdios».
Antecipadamente agradeço a vossa ajuda.
«Paisagens que os artistas descrevem como de uma beleza extraordinária»
– um caso de elipse linguística
– um caso de elipse linguística
Tenho uma dúvida quanto à seguinte frase: «São paisagens que os artistas descrevem como de uma beleza extraordinária.»
Para mim, o mais correcto seria «como sendo de uma beleza extraordinária», mas gostava de perceber se a forma como está na frase também é possível e o porquê de ser ou não ser.
Obrigada.
«Eles "entrem" na garagem»
Gostaria de saber se há alguma razão conhecida para o facto de, para os lados das chamadas «Terras de Santa Maria», ou seja, Santa Maria da Feira e arredores, haver uma pronunciação muito estranha do verbo entrar, nomeadamente entre as pessoas mais velhas, mas que ainda não cessou de ser transmitida também aos mais novos.
Ora acontece que por aqui, em vez de «tu entras por aquela porta e viras à direita», há muitas pessoas que pronunciam «tu éntres por aquela porta e viras à direita». Já quando se usa o plural, também aqui se diz «eles éntrem na casa pela garagem», em vez de «eles entram em casa pela garagem».
Gostaria também de perceber se isto, a ser um regionalismo, é exclusivo desta região, ou se estas formas distorcidas (e que, confesso, muita confusão me fazem) também são encontradas noutras regiões do país.
Obrigado.
Paguel, paguer ou pajer
Li este texto onde surge a palavras "pageres" e "pager" que tudo indica, atendendo ao contexto, tratar-se de um tipo de embarcação (na Índia séc.XV ou XVI:
«Então [Vasco da Gama] mandou aos batéis que fossem roubar os pageres que eram dezasseis e as duas naus,...»
E, mais à frente:
«...Então o capitão-mor mandou a toda a gente cortar as mãos e orelhas e narizes e tudo isto meter em um pager, em o qual mandou meter...»
Não encontrei o termo em nenhum dicionário nem enciclopédia que não fosse com o habitual significado de "pager", palavra inglesa. Por isso recorro a vós solicitando que me possam esclarecer sobre o assunto.
Muito obrigado.
Caulino e caulim
"Caulino" ou "caolino"?
O complemento indireto e o verbo amarrar: «amarraram uma rede aos troncos»
Fui surpreendido com a seguinte análise sintática:
Na frase «Amarraram uma rede aos troncos», o constituinte «aos troncos» é substituível por lhes e classificado de complemento indireto.
Fico na dúvida se não é complemento oblíquo.
Podiam elucidar-me sobre esta classificação?
Obrigado pelo vosso trabalho.
/Rubríca/
Ouvi, dia 16, o dirigente do PP Manuel Monteiro a pronunciar "rúbrica". É um erro não é?
O neologismo zerésimo
Encontrei a "palavra" zerésimo (em português), zeroth (em inglês) e cerésimo (em espanhol) em diversos dicionários, sejam físicos, sejam digitais... e, em tese, seria o numeral ordinal anterior ao primeiro!
Pois muito bem, é legítimo usar o termo zerésimo?
Por exemplo, na seguinte situação: alguém que não tem netos, até o momento, está em seu "zerésimo" neto (por exemplo)!
Existe o termo? É neologismo? É algo comum de se utilizar?
Por favor, muitíssimo obrigado e um grande abraço!
