DÚVIDAS

Aeroportos e nomes próprios de pessoa
Tenho uma dúvida quanto à designação dos aeroportos. Nesse sentido, gostava de saber se quando nos referimos a eles se pode omitir a preposição de. Exemplo: (1) Com muita ansiedade, Maria e Joaquim chegaram ao aeroporto de Juscelino Kubitschek ou poderia simplesmente escrever: (2) Com muita ansiedade, Maria e Joaquim chegaram ao aeroporto Juscelino Kubitschek. A mesma dúvida surge com os aeroportos de nomes compostos, como: Roissy-Charles de Gaulle, Cristiano Ronaldo, Francisco Sá Carneiro, etc... (o mesmo acontece com os nomes de monumentos). Pode parecer-lhes um dúvida muito inusitada, mas soa-me melhor sem a preposição. Por outro lado, quando possuem nomes estrangeiros, devemos escrevê-los em itálico? Peço desculpa por lhes ocupar o precioso tempo com questões deste tipo, mas agradeço encarecidamente a vossa explicação.
Construção comparativa: «menos seis do que no Porto»
Quando queremos referir uma diferença num fuso horário, qual é a forma mais correta de o escrever? (1) «Aqui, são seis horas menos que no Porto.» ou: (2) «Aqui são menos seis horas do que no Porto.» (3) «Aqui são menos seis horas que no Porto.» A minha dúvida eterna: que/ do que, existência ou não da vírgula, correta posição do advérbio menos. Obrigada!
Consultar e «fazer consultas»
Deve dizer-se "O médico fez dez consultas" ou "Dez doentes consultaram o médico"? Em linguagem corrente, diz-se que foi o médico que fez as consultas. Mas, de facto e tecnicamente, são os doentes que, perante um problema de saúde que os aflige, consultam o médico para uma orientação diagnóstica e terapêutica. Se em vez de dizer "consultei dez doentes", disser "fiz dez consultas", o problema só se agrava. Qual é a forma correta? Ou ambas são corretas? Obrigado.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa