Madalena
Poderiam dizer-me a origem do meu nome?
Reestruturação
A minha pergunta é simples e resulta de não se conseguir chegar a um entendimento sobre a forma correcta de escrever esta palavra: reestruturação "vs" restruturação. Embora seja lógico tenha dois "e" (por exemplo como reencarnar) aparece em alguns dicionários consultados escrita apenas com um "e".
Inúmero "vs" numeroso
Debato-me frequentemente com esta dúvida: inúmero ou numeroso; são sinónimos?
Bosque, floresta e mata
Qual a diferença entre as palavras: bosque, floresta e mata. Num dicionário que consultei recentemente todas elas são definadas como uma porção de terreno coberto de árvores.
Aceder
Em informática usa-se muito a expressão "aceder ao disco, a memória" dando ao verbo aceder o sentido de fazer um acesso.
No entanto em qualquer dicionário aceder quer dizer anuir, como por exemplo em "aceder a um pedido". Porque é que este sentido da palavra se generalizou tanto se não tem sequer um significado semelhante?
Podeis sentar-vos
Gostava que me esclarecessem esta dúvida: Durante uma missa, o padre virou-se para a assembleia e disse: Podeis sentar-vos. Creio que esta expressão está errada, porquanto na conjugação perifrástica, o verbo auxiliar é conjugado no tempo e pessoa que pretendemos, mesmo reflexivamente, enquanto o verbo principal fica sempre no infinito ou no gerúndio. Assim, e correctamente, julgo que deva ser: Podeis-vos sentar. É claro que mesmo com esta dúvida, sentei-me!
Um tanto ou quanto
Será correcta a frase: "O ambiente era um tanto ou quanto tenebroso"?
Supervisionar vs.supervisar
Deparo, frequentemente, com duas formas de designar a mesma acção de orientar ou dirigir: supervisionar ou supervisar, com as correspondentes supervisão e supervisionamento.
Gostaria de saber se alguma delas é preferível à outra.
Milagre económico
De onde vem a expressão «milagre económico»? Será do chamado «milagre económico brasileiro»?
Membro fantasma
Este fenómeno é conhecido das pessoas que tratam profissionalmente de próteses. Se bem percebi, trata-se da capacidade que têm as pessoas que vivem com uma prótese de "sentirem" esse membro artificial. Deve com certeza haver uma designação portuguesa para o fenómeno (membro virtual? membro fantasma?), até porque, infelizmente, há pelo menos dois países lusófonos (Angola e Moçambique) em que as minas antipessoais deram origem (e continuam a dar) a milhões de pessoas a viver com próteses.
