Importar
Quando pretendo estar na posição de alguém, como por exemplo «gostava de estar no lugar do indivíduo a quem saíu o totoloto», normalmente, utiliza-se a expressão «não me importava de estar no lugar de...». Se importar quer dizer convir, está correcta a utilização da negativa do verbo importar para expressar a afirmativa?
Agrosilvopastoril? Agrosilvipastoril?
«Agrosilvopastoril» ou «agrosilvipastoril»? Qual é a palavra correta?
Russo-português
Quais são, resumidamente, as regras de transliteração de textos em cirílico para o português? Existe algum livro que contenha essa informação?
Como se escreve? Tchaikowsky, Tchaicovsquij ou Tschaykovskiy?; Prokofiev ou Procofieff? Schoshtakovich ou Choshtacovitch?
Castanheira de Pêra (Portugal)
Gostava de tentar resolver uma questão que se mantém em aberto nessa vila há já bastante tempo. Deverá escrever-se «Castanheira de Pera» ou «Castanheira de Pêra». Presumo que seja esta segunda forma aquela que deve ser utilizada, mas gostava de saber a vossa opinião.
/Estejâmos/ e não /estêjamos/: porquê?
Agradecia que me esclarecessem esta dúvida. Porque é que na fala se diz estejamos e não estejamos (esta última acentuada na segunda sílaba)?
Isto também acontece nos verbos ter, poder, ser?
Sou estudante do 4ºano do curso de professores do Ensino Básico de Português/Inglês. Como estou em estágio pedagógico, queria estar preparado para resolver esta dúvida aos meus alunos.
Éter
Qual o plural de éter?
Curaçau
Li a carta do consulente Luís Fraser Monteiro (in Correio, Curaçau, Venezuela) e fiquei com a curiosidade por satisfazer do ponto de vista dos linguistas. Querem fazer o favor de me esclarecer?
Dez: com ou sem plural?
Qual é o plural de «dez»? Um aluno que tire a nota de dez valores a duas disciplinas, como diz? É correcto dizer que teve dois «dezes»?
Onde e aonde
Qual a diferença entre «onde» e «aonde»?
Carvalhota/cambalhota
Se «carvalhota» é o mesmo que «cambalhota», segundo Manuel Joaquim Delgado (in "A Linguagem do Baixo Alentejo e o Dialecto Barranquenho", Assembleia Distrital de Beja, 2ª Edição, 1983), sendo que o primeiro termo não consta do "Grande Dicionário de Língua Portuguesa" (SLP e CL, Lisboa 1991), pode utilizar-se o termo «carvalhota» como sinónimo de «cambalhota»? Utilizando-o no discurso urbano, ele só faz sentido, fora do Baixo Alentejo, enquanto termo enfático, caricatural ou pejorativo? Da norma, qual o conceito que se adopta: o do registo nos dicionários (e, se assim for, quais as obras de referência) ou o conceito linguístico da dita, na expressão de Celso Cunha e Lindley Cintra (in "Breve Gramática do Português Contemporâneo", pág.4, J. Sá da Costa, Lisboa, 1985)? Que conceito linguístico deve ser adoptado?
