Análise sintática de frases («Blusa Cavalera cinza...»)
Preciso saber a análise sintática das duas descrições a seguir e, além disso, tenho algumas questões em particular sobre cada uma: 1. «Blusa Cavalera cinza, confeccionada em malha que proporciona conforto, seguindo as tendências deste inverno.» a) Nesse caso, porque é necessária a vírgula antes de «confeccionada»? b) A palavra «seguindo» representa uma oração reduzida de gerúndio? c) E «malha que proporciona conforto» caracteriza uma oração subordinada adjetiva restritiva? 2. «Blusa Cavalera cinza é indicada para compor visuais despojados, podendo ser usada com jeans skinny e sliper.» Preciso do artigo no começo da oração, mas porquê?
Primo-infeção e
preconcecional/pré-concecional
preconcecional/pré-concecional
Pelo novo acordo ortográfico podemos escrever primoinfeção, ou tem de ser primo-infeção? E pré-concecional, ou preconcecional?
«Ambos os dois» = redundância ou falta grosseira?
Há dias um treinador conhecido, em entrevista, disse: «... ambos os dois estavam fora de jogo.»
Esta construção é correcta?
«Em minha opinião» = «na minha opinião»
Gostaria que me esclarecessem se está igualmente correto escrever «em minha opinião» ou «na minha opinião» em posição inicial na frase.
«Quero informá-la de que...»
Qual o correto: «Quero informá-la que a partir de...», ou «Quero informá-la de que a partir de...»?
«Para irem lá» = «para lá irem»
Gostaria de saber se se diz «para irem lá» ou «para lá irem».
«Meninos, não sujem/sujeis as mesas!»
Na frase «Meninos, não sujem as mesas», qual a diferença entre usar o verbo na terceira pessoa do plural e na segunda? Porque não uso «Meninos, não sujeis as mesas»?
«O documento já foi impresso»
«O documento já foi impresso», ou «O documento já foi imprimido»?
Predicativo do complemento direto (ativa) = predicativo do sujeito (passiva)
Na frase «quando foi nomeado governador civil», qual a função desempenhada por «governador civil»?
A presença de oxímoro (revelador do desconcerto)
Veja-se a trova abaixo:
Se ouso me aproximar dela E sobre amor revelar tudo, Pouco ou nada se revela, Fico extático, fico mudo
Pode-se afirmar que há um paradoxo nos dois últimos versos, já que, ao mesmo tempo que «pouco ou nada se revela», o eu poético fica extático e mudo? Sendo paradoxo, seria um paradoxo "convencional", diga-se assim, do tipo «morte em vida»? Pois a uma afirmação (a não revelação do amor) é contraposta a descrição de um estado, que sutilmente indica que tudo foi de fato revelado.
