O nosso idioma // Histórias de palavras «A Geringonça, mas a da "Esopaida"de António José da Silva» Geringonça é palavra atestada desde o século XVI que, pela sua expressividade, teve uso frequente no discurso com intenção cómica. Uma crónica radiofónica do jornalista João Paulo Guerra, com o título "A Geringonça, mas a da "Esopaida" de António José da Silva", emitida na Antena 1, no dia 6 de janeiro de2017. João Paulo Guerra (1942 — 2024) · 6 de janeiro de 2017 · 7K
O nosso idioma // Léxico Geringonça a palavra que deu a volta ao texto ... e sobre a sua conotação política Sobre a palavra do ano 2016 em Portugal, na votação do passatempo promovido pela Porto Editora e a sua conotação política – nesta crónica do jornalista Ferreira Fernades, transcrita, com a devida vénia, do Diário de Notícias de 5 de janeiro de 2017. Ferreira Fernandes · 5 de janeiro de 2017 · 3K
O nosso idioma // Léxico 475 anos de geringonça Geringonça, a palavra escolhida como sendo a do ano em 2016 em Portugal, já existe há quase 500 anos. E, na sua origem, não tem nada a ver com máquinas e mecanismos. [Henrique Monteiro, Expresso digital do dia 4/1/2017] Henrique Monteiro · 4 de janeiro de 2017 · 4K
O nosso idioma // Mau uso da língua no espaço público Até que o vós me doa Crónica do humorista Ricardo Araújo Pereira sobre o desuso em Lisboa – e não só... – da segunda pessoa do plural, do imperativo e conjuntivo... substituídos por «uma mixórdia linguística». Ricardo Araújo Pereira · 8 de dezembro de 2016 · 5K
O nosso idioma // Gírias A geringonça vocabular do ano Sobre a palavra de 2016 em Portugal Se o autor acertar quanto à palavra de 2016 em Portugal – uma iniciativa da Porto Editora desde 2009 –, como escreve neste artigo da autoria do economista português António Bagão Félix saído no jornal Público de 6/12/2016, «será a vitória do calão, assim fazendo jus à sua presença crescente na linguagem oral e nas redes sociais.» No caso, «um vocábulo da política [portuguesa] deste ano, cognome da maioria governamental, que teima em querer contrariar o que, nos dicionários, significa algo mal engendrado, tosco e desenculatrado.» António Bagão Félix · 7 de dezembro de 2016 · 4K
O nosso idioma // Toponímia Ruas da delicadeza 28 nomes emblemáticos da toponímia de Lisboa Rua dos Arameiros, dos Sapadores, dos Fanqueiros, dos Douradores, da Esperança, das Farinhas, do Terreirinho, do Poço dos Negros; Travessa das Mónicas, Alto da Cova da Moura, Escadinha da Saúde; ou Triste Feia – são alguns dos 28 nomes emblemáticos da toponímia de Lisboa, descritos nesta crónica* do jornalista e escritor brasileiro Ruy Castro. * Crónica publicada no jornal Folha de S. Paulo do dia 4 de junho de 2016. Ruy Castro · 21 de novembro de 2016 · 4K
O nosso idioma // Expressão Oral Falar bem «Os portugueses não têm uma boa expressão oral. Porque a escola não desenvolve uma preparação adequada a esse nível. Porque os próprios professores também apresentam aí sérias limitações. Eis um labirinto donde parece impossível sair. Há formas de neutralizar esta enorme limitação. (...)» [artigo da autora publicado no "Jornal de Notícias" do dia 18/11/2016, que a seguir se transcreve na íntegra, com a devida vénia.] Felisbela Lopes · 18 de novembro de 2016 · 4K
O nosso idioma // Léxico Sobre a palavra normal «A palavra normal pode ser usada de forma diferente. Umas vezes dizemos que é uma coisa normal simplesmente para dizermos que é comum, que costuma acontecer em certo tipo de situações. Outras vezes, para afirmar que é mesmo assim que que deve ser; isto é, num sentido normativo ("O Normal é os juízes não darem entrevistas"). (...)» [Luís M. Faria, Revista do semanário Expresso, 12 de novembro de 2016] Luís M. Faria · 14 de novembro de 2016 · 5K
O nosso idioma // Tabuísmos Viver para Contar: O palavrão democratizou-se «(...) Em primeiro lugar, o uso frequente do palavrão conduz a uma certa falta de respeito entre as pessoas. Em segundo lugar, o recurso ao palavrão empobrece imenso a linguagem. A palavra «m…», por exemplo, substitui todos os adjetivos: «É feio como a m…», «É estúpido como a m…», etc. E com a palavra «c…» sucede o mesmo: «É grande como o c…», «É alto como o c…». Basta o leitor tentar substituir as palavras «m…» e «c…» por outras para perceber até que ponto o uso daquelas facilitou a vida ao ‘utilizador’, atrofiando-lhe a capacidade de expressão. (...)» [José António Saraiva, semanário "Sol", 12/11/2016] José António Saraiva · 13 de novembro de 2016 · 3K
O nosso idioma // Estrangeirismos Nossa Senhora das Preces « (...) Lembre-se a Senhora do que sofre a nossa língua com tanto delete, low cost, shopping, startup, take away and so on. A Senhora sempre falou português com seus pais e familiares e amigos, pois que as santas também vivem como as outras pessoas, exceção feita à santidade. Salve com a sua ajuda todas as palavras postas em perigo porque delas se precisa até para rezar. Apresse-se Senhora e receba a prece. (...)» [texto transcrito, com a devida vénia ao autor, do bloque "O Chocalho", colocado aí no dia 1 de novembro de 2016.] Domingos Lopes · 1 de novembro de 2016 · 3K