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Textos publicados pelo autor

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As vogais nasais átonas no português de Portugal

Pergunta: Na palavra continente a vogal o pronuncia-se "o" em vez de "u", apesar de estar numa sílaba átona. Qual é a explicação?Resposta: Na pronúncia padrão do português de Portugal, a redução das vogais átonas é neutralizada pela nasalização, ou seja, a regra de recuo e elevação do vocalismo átono só se aplica às vogais orais, sem abranger as vogais nasais1. Note-se, porém, que, regionalmente, sobretudo, nos dialetos portugueses setentrionais, muitos falantes generalizam a regra...

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Nomes deverbais sufixados com -mento

Pergunta: Na palavra reaparecimento, como será a análise morfológica? Prefixo "re-", radical "aparec” sufixo “i + mento”? Isto porque em reaparece não existe “i” e interpreto que o “i” não pertence ao radical. Se me puderem esclarecer, agradeço.Resposta: Os nomes que resultam da sufixação de -mento derivam do tema do particípio passado1, e não do tema do presente. Sendo assim, dado que os particípios passados dos verbos da 2.ª conjugação apresentam i no...

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A locução «em contracorrente»

Pergunta: Li a seguinte frase no título de um artigo e a mesma expressão ocorre várias vezes no texto do mesmo: «Empresas em contracorrente». É correto ou teria de ser "a contracorrente"? Ou é indiferente? Se este for o caso, algumas delas é mais usual? Obrigado.Resposta: Tal como se diz e escreve «em contramão» («em sentido contrário à direção normal do trânsito automóvel»), integrando a preposição em, o uso mais corrente e indiscutivelmente correto da locução em apreço é também com em:...

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Dado + conjuntivo

Pergunta: Tenho percebido em textos mais antigos que se fazia uso do particípio dado (independente da partícula que) para estabelecer uma relação de condicional, ou seja, encabeçando uma oração subordinada condicional como, por exemplo , no período abaixo (cujo documento esté em " Uma notícia sobre a famosa revolta do 'Quebra Panelas' em Fordlândia – 1930", Blog do Padre Sidney Canto, 01/08/2017): «(...) que podiam, dado houvesse justo motivo, se rebelar sem usar do meio...

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O nome monitorando

Pergunta: Em se tratando de uma atividade de monitoria acadêmica ou profissional (entendida como uma atividade de formação complementar), temos um monitor de um lado. Só que em relação ao aluno ou profissional que se submete à monitoria, devemos chamá-lo de “monitorado” ou “monitorando”? Muito obrigado.Resposta: A palavra monitorando não tem registo dicionarístico, mas está bem formada e pode ter uso legítimo. Do ponto de vista da associação de significados dos seus constituintes...
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