"Quero que o senhor saiba"
Por favor, me digam se podemos, em vez de 'Quero que o senhor saiba', dizer 'Quero o senhor saber'. Se não podemos dizer, por quê? Fico-lhes agradecido.
Gânglio linfático vs. linfonodo
Qual a designação mais correcta: «gânglio linfático», ou «linfonodo»?
Malquisto
Gostava de saber se «malquisto» pode de alguma forma ser particípio passado do verbo «malquerer». Esta situação surgiu numa aula de Português em que foi colocada a questão: «Malquisto é: a) Particípio do verbo malquerer b) Pretérito imperfeito do conjuntivo do verbo malquerer c) um verbo que significa mal do quisto!»
Foi avançada a alínea a) como sendo correcta, mas não entendo porquê. Assim, agradecia que me podessem esclarecer esta dúvida.
O uso das maiúsculas
Vão ser instalados na zona oriental de Lisboa a Presidência do Conselho de Ministros, o Ministério da Cultura, um instituto de pesquisa oceanográfica e uma orquestra.
No texto acima mencionado, existem instituições que já são nossas conhecidas e que são "palpáveis" por assim dizer. No entanto "um instituto de pesquisa oceanográfica e uma orquestra", é algo que ainda não existe no plano concreto. A minha dúvida é: devem ou não escrever-se com maiúsculas.
Grata pela atenção
Lusodescendente e afro-americano
Posso estar muito enganado, mas me parece correto o exato oposto do que o consultor Carlos Rocha, por cuja clareza didática sempre tive, e tenho, muito apreço, respondeu ao consulente Mario Fraga.
O oposto parece-me correto ao menos quando se fala de cidadãos de determinada nacionalidade que têm ascendência parcialmente estrangeira: quando se diz «os ítalo-brasileiros», alude-se aos brasileiros de ascendência italiana.
Talvez por isso tendo a pensar num encontro franco-italiano como organizado na Itália com colaboração de franceses (ou sobre temas ligados à França). É verdade, porém, que o primeiro termo me parece, em qualquer caso, estar em posição de destaque, realçado em relação ao segundo, mas isto se me afigura naturalmente resultante da sua função de qualificador restritivo do adjetivo italiano: não é um encontro puramente italiano, mas franco-italiano, assim como ítalo-brasileiros se destacam do conjunto dos brasileiros por serem descendentes de italianos, ao passo que os demais brasileiros o serão de outros povos. Enfim, talvez haja alguma lógica diferente subjacente à formação dos adjetivos pátrios compostos quando referidos a ascendências. Não sei dizê-lo.
O que, todavia, diria com toda a certeza é que, ao menos no Brasil, um franco-italiano seria, sempre e exclusivamente, um italiano com antepassados franceses, e um ítalo-francês, um francês com antepassados italianos. Se a mesma lógica se aplica à formação dos adjetivos pátrios compostos quando não aplicados à ascendência de pessoas é que não sei dizer.
Circuncidador e circuncisador
Pergunto como se designa o executante da circuncisão.
Obrigada
O bodo e a fogaça
Gostaria de saber qual a diferença e a origem da fogaça e do bodo pela seguinte razão. Não consigo explicar o que levam as raparigas à cabeça na Festa dos Tabuleiros na cidade de Tomar. Será o bodo ou a fogaça?
«Tratar de que...»
Já existem duas respostas acerca do verbo tratar, mas julgo que nem uma nem a outra respondem a esta questão: devemos escrever «tratarei que te deem uma lição» ou «tratarei de que te deem uma lição»?
Obrigado.
Pasquim
Qual é a origem de «pasquim», que se chama a um jornal, em sentido pejorativo?
Análise sintáctica de frase, novamente
Gostaria de saber a análise sintática correta da frase: Na velha capela da praça bate o sino.
