Oximetria de pulso - correcção
Não está correcta a resposta dada a esta pergunta. (Cf. Oximetria de pulso). A oximetria de pulso é uma técnica não invasiva de medir, não os gases do sangue arterial, mas tão só a saturação do oxigénio arterial, por via transcutânea. Se me puder alongar na explicação, posso informar que é um método de análise e controle (controlo?) da saturação da hemoglobina pelo oxigénio do sangue arterializado feita através de sensores de infravermelhos e que se podem colocar na polpa de um dedo ou no lobo da orelha. Esta técnica incruenta permite uma avaliação continuada do modo como o sangue se mantém mais ou menos oxigenado e é frequentemente utilizada em doentes com insuficiência respiratória.
Geronto e idoso
É possível utilizar a palavra geronto como substantivo significando «idoso», dado que o prefixo geronto- é aceite como elemento de formação de palavras referentes à velhice?
Obrigado!
Análise sintáctica de «entrou um raio de sol no quarto»
Qual é a análise sintáctica da frase «entrou um raio de sol no quarto»?
Obrigada.
«20 raparigas e 1 rapaz estavam desatentos»
Numa sala com 20 raparigas e 1 rapaz, ninguém estava com atenção. A professora comenta com a colega: «Estavam todos desatentos». Ou será, antes, «Estavam todas desatentas»?
A palavra impatriota
A propósito de uma recente petição online onde se encontram vários erros ortográficos, surge a palavra "impatríota". A palavra "impatríota" existe?
O verbo desarriscar
Gostaria de saber se o verbo desarriscar pode ser usado no sentido de «apagar algo que foi escrito», ou se esta forma é um regionalismo.
A colocação do quantificador mais com nomes e pronomes (2)
Gostaria de saber quais são os motivos para colocar palavra mais antes do elemento ao que acompanha ou ao final da frase. Por exemplo: «escrevi mais um livro», mas «não havia muitas pessoas mais».
Li uma resposta similar, mas continuo sem entender a razão.
Muitíssimo obrigada.
Cluniacense
Qual o o adjetivo do nome Cluny? Qual a forma mais correta "clunicense" ou "cluniacense"?
Obrigada.
Complemento indireto no português coloquial de Angola
Aqui em Angola, ocorre, tanto na linguagem oral como na escrita, um fenómeno linguístico que consiste em começar a frase com sujeito indeterminado e no final dela explicitar o sujeito começando com a preposição em.
Exs.:
*Lhe bateram no João.
*Vão ralhar na Mingota.
*Roubaram o teu arroz no Joaquim.
É bem provável que essas construções estejam erradas do ponto de vista normativo, mesmo assim, gostaria de saber uma possibilidade de análise sintáctica, principalmente a do sujeito iniciado por em («no João», «na Mingota», «no Joaquim»). Uma hipótese que melhor descreveria esse fenómeno, qual seria?
Muito obrigada!
Oração subordinada substantiva relativa: «paramos como quiseres»
Em «Paramos como quiseres», o grupo em destaque constitui uma oração subordinada substantiva relativa com a função de modificador do grupo verbal. Certo?
1. Por ser introduzido por como, pode-se facilmente confundir com uma oração adverbial comparativa. A questão é: como não confundir? Quais são as diferenças?
2. Sabe-se que as orações substantivas podem ser substituídas/transformadas em um substantivo [ou um grupo nominal]. Então, na frase acima, qual será o substantivo ou grupo nominal?
3. Como transformar em substantivos as orações substantivas introduzidas por onde, quanto, quando...?
4. Ainda na frase «Paramos como quiseres.», como é que a oração subordinada substantiva relativa modifica o grupo verbal?
Desde já, agradeço!
