Processos de coesão, correferência não anafórica
Quais são os processos de coesão?
Ainda se fala de correferência não anafórica?
Obrigada.
A grafia de Taquexima
No Extremo Oriente existe uma ilha, a ilha de Takeshima. O nome assim escrito, como se vê, não está aportuguesado.
Procurei a natural e possível forma “Taquexima” no Google, e, embora em nenhum texto recente estivesse presente essa forma, surpreendentemente a encontrei num escrito chamado «Cartas qve os padres e irmãos da Companhia de Iesus escreuerão dos Reynos de Iapão & China aos da mesma Companhia da India, & Europa des do anno de 1549. até o de 1580».
Será passível de consideração essa grafia aportuguesada, mesmo que antiquíssima?
Será que não se usou noutros textos fora dos meios virtuais?
Origem do topónimo Mealhada
Qual é a origem do topónimo Mealhada, pertencente ao distrito de Aveiro visto que o primeiro registo remonta ao séc. XIII com a designação de "Mealhada Má".
De ressalvar a mesma existência de topónimo no concelho de Loures, e de uma fonte em Castelo de Vide.
O nome prioridade em construções comparativas
Gostaria de saber se é correto utilizar tanto os qualificativos maior/menor como mais alta/mais baixa com o termo "prioridade". Ou seja:
1. A prioridade do processo A é mais alta do que a prioridade do processo C
2. A prioridade do processo A é maior do que a prioridade do processo C
Estão ambas corretas?
Obrigada.
Pronome relativo: «o mais rapidamente que..»
Na frase «queremos alcançar as metas o mais rapidamente que formos capazes», o vocábulo que pertence a que classe e subclasse?
Aspeto imperfetivo, habitual e iterativo
Gostaria que me esclarecessem quanto ao valor aspetual configurado no seguinte enunciado:
«(Mas quantas vezes, ao lado desse progresso,) vamos deparando com uma acrescida aridez relacional.»
A questão prende-se essencialmente com o valor aspetual presente no complexo verbal «vamos deparando».
Por um lado, parece poder ser imperfetivo; mas será aceitável o habitual ou iterativo?
Obrigada.
Orações relativas explicativas e orações coordenadas explicativas
Contextualizando: eu aprendi que orações restritivas focam numa parte do todo e as orações explicativas focam no todo que consequentemente geram os seguintes pressupostos:
«Os professores que são didáticos devem possuir melhores salários.» (Estou restringindo «professor», já que nem todos são didáticos)
«Os professores, que são didáticos, devem possuir melhores salários.» (Estou explicando «professor», já que todos são didáticos)
A minha dúvida é se as orações coordenativas explicativas permitem esse mesmo pressuposto, já que explicam. Do contrário, o que me permitem pressupor?
Essa dúvida se amplia no exemplo abaixo:
«Expulsaram o aluno João Ferreira, que brigou na escola.»
O que nesse caso poderia ser visto tanto como pronome relativo («João Ferreira brigou na escola») e conjunção explicativa («porque brigou na escola»), o que mudaria o sentido.
Obrigado.
A palavra derivada micro-front-end
No campo da informática em português, o termo "front-end" é deixado em inglês.
Como transpor então "micro front-end" para português?
Pode-se compor uma palavra com termos de línguas diferentes, ficando "microfront-end"? Não se tem de deixar a parte inglesa em itálico?
Muito obrigada pela vossa ajuda.
«Ordem dos advogados» vs. «ordem de advogados»
Deve escrever-se «Ordem DOS Advogados» ou «Ordem DE Advogados»? Qual é a diferença?
Obrigado.
As expressões «de gabinete», «de salão» e «de café»
Existe alguma tradução consagrada em português para a expressão inglesa «from the armchair?
Como em «[...] analyses performed by philosophers from "the armchair".»[*]
Ou se não consagrada, pelo menos com precedentes de utilização?
[N. E. – tradução livre: «análises realizadas por filósofos [que ficam] de poltrona»]
