Arrogar e gostar + pronome se
Nas frases:
«Ela se arroga essa liberdade.» – o vocábulo se é objeto indireto.
«Eles se gostam.» – o vocábulo se é complemento relativo.
Qual a diferença entre objeto indireto para complemento relativo?
Obrigado.
A palavra nutricoaching
Sei que as palavras que não foram, ainda, adaptadas para a nossa língua devem ser escritas em itálico ou levar aspas. Todavia, sempre que vejo a palavra nutricoaching aparece sem qualquer uma das hipóteses. Qual a grafia correta, por favor?
Obrigada.
Ainda a colocação do pronome átono no português do Brasil
Qual o correto: «Por favor, me deixe viver!» ou «Por favor, deixe-me morrer!»
E por quais razões que é o correto?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Coordenação de orações com «certificar-se (de)»
Ao utilizar «de que» numa frase mais do que uma vez, é necessário repetir sempre esta combinação? Deixo alguns exemplos abaixo:
– a) «Certifique-se de que o motor liga e de que a luz acende», ou b) «Certifique-se de que o motor liga e que a luz acende»;
– a) «Certifique-se de que o dispositivo está instalado, de que não está danificado e de que funciona corretamente», ou b) «Certifique-se de que o dispositivo está instalado, que não está danificado e que funciona corretamente.»
Agradeço, desde já, a atenção dispensada.
Ser no singular: «Festas de Lisboa é no largo Madragoa!»
A minha dúvida: «Festas de Lisboa é no largo Madragoa!» ou «Festas de Lisboa são no largo Madragoa!»?
Sendo Festas de Lisboa uma "marca", faz-me sentido utilizar o verbo no singular...
Contração e complemento do nome: «mãe da Cátia»
«A casa branca e cinzenta é nova, pertence à mãe da Cátia.»
Aqui o da que função desempenha? Como se pode classificar?
Minutos para a hora: «a um quarto para...»
Ando a aprender o tema das horas e dos horários em português europeu e, até agora, tudo estava claro para mim relativamente a expressões como «à uma hora / às duas horas / ao meio-dia / à meia-noite».
No entanto, comecei a pensar em outros exemplos em que o número de minutos é superior a 30. Quando respondemos simplesmente à pergunta «Que horas são?», podemos usar as frases como:
1) É um quarto para as dez. (09.45)
2) São dez para as três. / São três menos dez. (14.50)
3) É um minuto para as quatro. / São quatro menos um minuto (15.59)
E por aí fora.
A minha dúvida é: que preposição devo usar (contraída ou não) quando quero dizer que algo acontece a essas horas?
Num vídeo no YouTube vi um exemplo tipo "à um quarto para as dez", mas em outra fonte para os aprendentes de português europeu responderam-me que a forma correta é «a um quarto para as dez».
Sendo assim, queria pedir a vossa ajuda e explicação para entender a regra.
Além disso, foi-me dito que, nos exemplos como 2 e 3, a contração da preposição vai depender da presença ou ausência da palavra minuto(s). Por exemplo:
2) às dez para as três / a dez minutos para as três.
3) à um para as quatro / a um minuto para as quatro.
Esta explicação está correta? Se sim, os falantes nativos usam estas expressões no dia a dia ou optam por opções «às três menos dez» (exemplo 2) e «às quatro menos um minuto» (exemplo 3).
Muito obrigada, desde já, pela vossa explicação!
Os significados de ler e a sinestesia
Na frase «Os adolescentes leem sentimentos, gestos e silêncios», posso considerar a presença de sinestesia?
Agradeço a vossa ajuda.
A derivação de desirmanação
Encontro nos dicionários online os verbos irmanar e o seu antónimo desirmanar.
Encontro também a palavra irmanação, mas "desirmanação" já me é dada como inexistente.
Podem esclarecer-me?
Muito obrigado.
A palavra vigilantismo
A palavra vigilantismo já aparece nos dicionários da língua portuguesa?
No dicionário que tenho em casa em português do Brasil, não. Em dicionários da Internet, sim.
Qual palavra em português melhor substitui a palavra vigilantismo? Alguém sabe do primeiro registro dessa palavra em solos falantes do português?
