O verbo produtizar
Apesar de estar no Priberam, tenho dúvidas se é correto usar este verbo em Portugal.
Podem confirmar?
Obrigada.
A expressão «cair em cima»
Como costumo fazer traduções, questiono-me geralmente sobre o núcleo de significado de várias expressões na minha língua.
A última que me veio à cabeça foi «cair em cima de», que, segundo julgo, significa «censurar castigando a entidade em causa». Porém, tenho as minhas dúvidas.
É este mesmo o significado da expressão em apreço? E, se assim for, significa, então, que «cair em cima de» encerra sempre uma conotação negativa, cáustica e pejorativa?
Obrigado pela atenção.
O termo jubilado
No vosso site diz-se que o termo jubilado se aplica aos professores universitários que atingem o limite de idade.
No entanto, creio que o mesmo termo é aplicado a juízes, independentemente de serem, ou não, professores universitários.
Assim, gostaria de perguntar se o termo jubilado deve ser também aplicável a juízes.
Muito obrigado.
Disjunção e vírgula
Queria perguntar-vos como se diferencia uma disjunção inclusiva de uma disjunção exclusiva. Por exemplo: «as escolas de ensino privado ou cooperativo com contrato de associação».
Se eu quiser dizer «OU escolas privadas OU escolas cooperativas com contrato de associação» (das duas, uma), devo colocar vírgulas depois de «privadas» e depois de «cooperativas»?
Se eu quiser dizer «as escolas privadas OU cooperativas com contrato de associação» (uma, outra ou ambas), devo colocar vírgulas antes do ou e depois de cooperativas?
Obrigado.
«Com que» causal
Estudando os valores semânticos da preposição com no livro Sintaxe Clássica Portuguesa de Cláudio Brandão de Sousa, eis que me deparo com um trecho de um texto de Camões.
Daí o que queria, de fato, era ajuda na verdadeira análise da expressão «com que».
Sei que com estabelece causa no contexto. Agora quanto a esse que, seria pronome relativo ou toda a expressão estaria fazendo as vezes de uma conjunção causal?
«correm rios de sangue desparzido, com que também do campo a cor se perde.» (Os Lusíadas, III, 52)
Que expletivo: «Até que era engraçado!»
Como se deve dizer: «até que era engraçado!», ou «até era engraçado!»?
Qual a função do que aqui?
Obrigada.
Grau: processos morfológicos e processos sintáticos
A dúvida que tenho diz respeito ao grau.
É discutível que a formação do grau seja um processo flexional?
A flexão é sistemática e obrigatório, contudo não se nota isto no que diz respeito ao grau. Não sei se estou a complicar um pouco, mas gostaria de esclarecer esta dúvida.
Obrigada
O nome pilrito
O termo pilrito designa várias espécies de aves aquáticas da família dos escolopacídeos. Contudo, na bibliografia ornitológica mais antiga (anterior a 1960) aparece invariavelmente a grafia pirlito. Fica a sensação de que em determinada altura o termo original pirlito foi corrompido e deu lugar a pilrito.
Poderá ter-se dado o caso de ter sido uma corruptela acidental que acabou por se tornar a norma?
Gostaria de obter o vosso parecer acerca desta situação.
Obrigado.
Orações relativas: «... na qual me lembro de que pensava»
É correto dizer «coisa na qual me lembro de que pensava»?
E é errado «coisa em que me lembro de que pensava»? Trata-se de um erro sintático ou eufónico?
E quanto a «coisa na qual me lembro que pensava?» É correta?
Muitíssimo obrigado.
Valor de verdade
e oração explicativa
e oração explicativa
Perante as seguintes frases, não entendo porque a primeira é identificada como verdadeira e a segunda falsa.
1.ª «Estás constipado, pois não paras de espirrar!»
2.ª «Ele espirrava muito, pois estava constipado.»
Agradecendo a atenção, aguardo resposta.
